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23 de outubro de 2014

A história do Run-D.M.C. e nosso editorial exclusivo para adidas

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

run-dmcMuitas pessoas não sabem, mas sim! Nós produzimos editoriais! E não só para o blog, mas para marcas e nós cuidamos de toda a produção executiva: Desde o conceito, fotógrafo, styling, modelo, catering, etc. Já trabalhamos com marcas bem legais mas quando recebemos a proposta de executar um editorial da coleção Run-D.M.C. da adidas foi algo especial. Primeiro porque seria uma experiência afetiva, já que a adidas fez parte da nossa adolescência e até hoje é uma marca que amamos e usamos. Segundo porque, cara, é a adidas. Apenas uma das maiores marcas do mundo. Terceiro porque foi nosso primeiro editorial masculino e  por último porque é uma coleção conectada com música e história e vocês sabem como a gente curte isso por aqui.

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O Run-D.M.C que surgiu em 1981, foi um dos grupos de hip hop mais importantes do mundo, fundado por Jason “Jam-Master Jay” Mizell, Joseph “DJ Run” Simmons e Darryl “D.M.C.” McDaniels. A importância deles no universo do rap e hip hop é imensurável. Eles foram responsáveis em popularizar o hip hop, colocar dentro das casas dos jovens brancos de classe média americana, um som que até então, era conhecido só nos guettos. Eles construíram uma ponte de passagem do rap ao rock incorporando até riffs heavy metal em suas músicas. Hoje isso pode parecer comum, mas até o surgimento de Run – D.M.C rock e hip hop não se misturavam. Uma das mais famosas dessas misturas é a clássica Walk This Way em que o grupo juntou forças com uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, o Aerosmith.

Você provavelmente conhece a música mas o que pouca gente sabe é que Walk This Way era uma música do Aerosmith lançada em 1975 e com nadinha de rap e hip hop. Nos anos 80 o clima era ~tenso~ entre rockstars e as primeiras grandes estrelas do Hip Hop. O rock estava perdendo terreno para os rappers e em mais uma sacada de gênio, o Run-D.M.C. mostrou que os ritmos não só poderiam viver em perfeita harmonia como também ficavam muito, muito bem juntos. E assim surgiu a versão de Walk This Way que todos nós conhecemos e um dos maiores hits da combinação rock + hip hop feitos até hoje.

Pode ter certeza que o hip hop só ganhou tamanha visibilidade por conta do Run-D.M.C. Eles foram o primeiro grupo de hip hop a estampar a capa da revista Rolling Stone, receber uma indicação ao prêmio Grammy e ter um vídeo clipe na programação da MTV.

A importância do grupo para a música a gente já sabe, mas Jam-Master Jay, DJ Run e D.M.C. McDaniels também marcaram história na moda. Nos guettos de Nova Iorque final dos anos 70, começo de 80 os jovens começaram a usar peças esportivas não só para praticar esportes, mas para criar um estilo. O Run-D.M.C. foi o primeiro grupo a mostrar isso para o mundo e transformar uma coisa do guetto em tendência. Sabe essa coisa tão comum nos dias de hoje de usar camisas de basquete em looks? Pois é, coisa do Run -D.M.C. Assim como a mistura hoje tão característica dos rappers de roupas esportivas com cordões de ouro. E até se você nunca ouviu o som deles, com certeza já viu por aí (e se bobear já desejou uma) t-shirt do grupo. Né não?

O Run -D.M.C.  sempre teve uma relação de amor forte com a adidas. Tão forte que rendeu até música. No terceiro álbum do Run-D.M.C. Raising Hell, lançado em 1986, eles falaram sobre a paixão deles pelo tênis da marca na música My Adidas.

Por essa relação tão forte, não foi surpresa a Adidas “retribuir” com uma coleção adidas originals Run-D.M.C. cheias de referência do universo do grupo, como a cidade de Nova Iorque e também referências a música My Adidas. As cores escolhidas para os tênis da coleção são amarelo e azul, exatamente como o grupo cita na música: ”Got blue and black cause I like to chill and yellow and green when it’s time to get ill”.

As peças são na maioria masculinas, mas eu considero absolutamente tudo unisex e estou BABANDO no Moletom RUN DMC Crew Run. Vale dar uma olhada na coleção toda na loja online adidas originals.

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Curtiu saber mais sobre a história do Run-D.M.C.? Então vai lá dar uma olhada no nosso editorial que está apenas maravilhoso (modéstia a parte!)

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22 de outubro de 2014

Primeiramente boa noite #42 – Bodas de algodão

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por: Gian Lucca

PBN 1 ANO

Era só mais um rodízio de pizza numa sexta-feira calorosa no Rio de Janeiro. Entre sabores doces e salgados e shots de refrigerantes sem gás, Nuta, Marie e Carol me escutavam em mais uma maratona amorosa-carioca. Tudo que a gente já sabe: pé na bunda mas achando que tudo ia ser melhor porque ia sair pro bar e resolver todas pendências e colocar todas as cartas na mesa. Passando mal de tanto comer com o mix mussarela&brigadeiro, veio a ideia: escrever semanalmente o que vivi nos últimos 7 dias, porque “cara, não é possível que isso tudo aconteça com você” e “suas histórias são bizarras”.

Famoso balanço. Recebi 54 emails nesse 1 ano de GWS e vamos dizer que, mais ou menos metade, eram sobre dúvidas e curiosidades sexuais. O email vencedor é, com certeza, de você que me pediu ajuda de como conversar com seu namorado porque “ele só quer me comer com a perna pra cima e acho meio desconfortável mas não sei como dizer isso pra ele”. Uns 15 desses emails eram pra me chamar pra sair e nenhum foi além do virtual. Eu só queria beber uma cerveja e falar mal daquele que te fez sofrer, a gente ia poder dividir experiências e sei lá, de repente podia rolar um lance?

Demorei pra entender o ritmo da coluna. Vocês na maioria das vezes não queriam saber se eu tava trepando e ficando com a pele boa ou não, queriam sempre sangue&suor. Os posts que mais deram certo, entre likes e compartilhamentos, foram: #4 a barata que invadiu a minha casa, #11 a fantástica história do cocô no motel, #18 meus vizinhos e suas rotinas, #25 o hype vai te pegar, #28 quando eu achei que a vida ia melhorar, #31 a primeira campanha #façaamornãofaçajogo, #38 a explicação de todos os meus pés na bunda e o #40, sobre a divisão do mundo segundo Sex And The City. Vale a pena reler tudo de novo.

Consegui uma vez realizar o desejo de me sentir uma subcelebridade-tosca quando fui abordado num bar por uma leitora. Rolou selfie e um bate-bola sobre quem valia a pena caçar no barzinho. Fico feliz demais quando consigo falar qualquer coisa que vocês se identificam e isso que me faz ter um bloco de notas aberto 24h por dia pra fazer todas situações insignificativas se tornarem significativas.

Ficou pra história aquele #PBNencontroGWS mas acho que o verão tá chegando e de repente podia rolar uma praiosa, um skibunda maneiro, um caldo no Atlântico com sol pra pegar aquele bronze, tirar aquela marca cafona de regata etc. Semana que vem é meu aniversário e espero que nesse novo ano, da vida e da coluna, tudo possa ser um pouco menos sofrido. Ou não, porque é isso, sem drama não tem coluna e vice-versa.

Nina Lemos, colunista que admiro, já dizia: “as vezes tudo que você precisa é de um TJ”. Tamo junto! Tamo junto Xico Sá! Vem pro GWS! Feliz ano novo!

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21 de outubro de 2014

Namoro: O que determina um relacionamento abusivo e o que aprendi com os que eu vivi

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Pollyanna Assumpção:

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Eu tenho sete ex-namorados. Comecei a namorar com 17 anos, sempre fui muito inábil ao lidar com homens e todas as minhas experiências amorosas foram tardias pros padrões da galera que eu andava. Mas resolvi escrever sobre isso, depois de ler o texto aqui no blog, A importância dele te fazer se sentir linda pra falar um pouco sobre o que eu aprendi sobre relacionamentos e relações abusivas. Todas nós já estivemos em uma e às vezes nem temos consciência do fato porque muitos abusos estão disfarçados de coisas “normais” no namoro.

Meu primeiro namorado me pediu em namoro apenas pra provocar a ex. Descobri isso depois. Doeu um pouquinho, nada demais, mas com certeza afetou minha autoestima e confiança no outro. Meu segundo namorado era meu calouro na faculdade. Talvez tenha sido um dos caras mais legais que namorei. Foi com ele que fiz sexo pela primeira vez e ele era meio hippie/músico/desligado e nunca me senti pressionada a nada. Eu tinha 17 anos, prestes a fazer 18 e na verdade tinha uma curiosidade muito grande sobre o sexo em si. Nunca fui uma romântica padrão que esperava meu grande amor e nunca fui criada pra esperar meu príncipe encantado e lembro que minhas amigas ficaram bem chocadas porque fizemos sexo com menos de 1 mês de namoro. Em pleno ano 2000, ver mulheres me julgando por estarem presas ao “tempo de relacionamento” era absurdo.

Então a primeira coisa que eu gostaria de discutir aqui é: meninas, façam o que tiverem vontade, quando se sentirem prontas. Minha opinião pessoal por experiência de vida minha e das minhas amigas: A curiosidade é grande e não existe príncipe encantado. Se vocês tiverem curiosidade de experimentar coisas nessa vida, apostem e se joguem, apenas respeitem o tempo de vocês e façam sexo com segurança SEMPRE. Porque NÃO, ele não está fazendo sexo sem camisinha “só com você” ou “porque você é diferente das outras”. Não  transem porque ELE quer e não deixem de transar porque suas amigas vão te julgar. A vida é sua, somente sua e são suas escolhas.

Terminei com meu segundo namorado pra ficar com o terceiro, mais ou menos como aconteceu com a Nuta (vocês lembram do post Estive pensando sobre ex namorados?). Esse terceiro foi meu mais longo e melhor namoro. Às vezes me arrependo amargamente de ter terminado com ele, mas também penso nas experiências de vida que tive justamente porque resolvi pegar o caminho oposto de tudo que eu vivia naquela época. Eu tinha acabado de fazer 21 anos, cortei meu cabelo super curto e queria viver a vida. Ele queria ir ao cinema, dormir juntinho e discutir sobre música.

A vida louca me ganhou e eu terminei esse namoro pra ver o que tinha aqui fora. Na verdade eu me senti sufocada porque ele era uma pessoa insegura e ciumenta, embora nem de longe agressivo. Mas o fato que ele ligava 50 vezes pro meu celular caso eu não atendesse era algo que hoje vejo como a tentativa de anulação da minha individualidade. Você pode e deve aprender coisas novas com a pessoa que você ama, mas lembre-se que sua vida é só sua e ninguém pode se sentir dono dela. Não é saudável fuxicar o telefone do outro, nem tranqüilo o cara te pedir as senhas da suas redes sociais. Não caia na balela que isso faz parte do relacionamento e pior: Que isso é sinônimo de confiança.

Meu quarto namoro foi tão curto que nem me lembro direito mas o quinto namoro foi uma das minhas duas relações que hoje considero abusivas. Conheci esse ex por uma amiga e no início foi perfeito, quase amor à primeira vista. Começamos a namorar em uma semana juntos e ele era ótimo, se não fosse o fato de ser uma pessoa extremamente controladora e possessiva. No um ano e meio que ficamos juntos, parei de falar com todos os meus amigos direito, parei de sair, parei de beber, parei de fumar, não cortava meu cabelo porque ele só gostava de mulher de cabelo grande e vivia em pé de guerra porque eu me sentia violada em ter que abrir mão de tantas coisas que eu gostava por causa de alguém que eu gostava. Nosso término foi absurdo, ele me largou dentro do shopping e eu mandei um email mandando ele nunca mais aparecer. Na real, me senti aliviada. Não tinha coragem de terminar ao vivo, hoje entendo que tinha medo. O que aprendi desse relacionamento é que você não tem que mudar pra alguém gostar de você. Se a pessoa que você gosta te conheceu de uma forma, ela não tem o direito de querer que você mude. Não se anule por causa de ninguém. E da mesma forma não tenha esperanças de que o outro vá mudar por você. Não dá pra amar uma pessoa e querer que ela mude o que ela é. Se for assim, exatamente o que você ama nessa pessoa? Mas meu aprendizado principal é: não fique com alguém que você tem medo. Medo não faz parte do amor.

aspas2Meu sexto namoro foi complicadíssimo. Namorei um pobre menino rico alcoólatra que toda vez que bebia demais me envergonhava e gritava que eu só estava com ele por causa do dinheiro dele. Mais uma relação abusiva pra coleção. Ele era um típico caso de cara legal com todo mundo, com você, seus amigos, engraçado, divertido, até que ficava bêbado. Sabe, aquele caso que você sempre ouve falar da vizinha, da tia da amiga, da prima da cunhada, que namora um cara que todo mundo adora mas que na verdade é um babaca com ela e ninguém sabe? Era minha vida. E amigas, digo pra você que não existe coisa PIOR que namorar o babaca que é legal com todo mundo e você é a maluca que reclama do coitado. Desse namoro eu aprendi que se tem uma coisa que eu não quero é me relacionar com viciados em qualquer coisa, que nem sempre o cara legal com todo mundo é legal com você e principalmente aprendi a ser forte. Porque quando o namoro acaba, o cara legal sempre te transforma na maluca. E é bem capaz que você se sinta sozinha e que perca alguns amigos. Mas aí você descobre que eles nem eram seus amigos mesmo. Mas eu também aprendi que nem toda violência é física e a psicológica pode machucar tanto quanto.

Meu último namoro começou quando meu coração já tinha virado uma pedrinha de gelo. O cara veio atrás de mim e me bajulou por dias. Parecia bom demais pra ser verdade e obviamente que era. Ele se mostrou um mentiroso de mão cheia daqueles cheios de historinha pra boi dormir que na verdade está em um concurso de ego consigo mesmo e só queria colecionar conquistas. Aquele tipo de homem que tem orgulho de dizer “todas as minhas ex são malucas”. Sempre que conheço um cara que diz que todas as suas ex são malucas me pergunto se na verdade não foi ELE que deixou elas malucas. Uma das coisas que aprendi com esse relacionamento foi a pular do barco antes que ele afunde.

Relacionamentos são legais quando eles são bons para ambos. Uma vez eu fiquei com um cara por um tempinho e eu sempre dizia que estava meio feliz e meio triste: meio feliz porque estava com um cara que eu queria e meio triste porque eu sabia que não daria certo. Às vezes nós focamos demais em um relacionamento que não tem o menor futuro porque a esperança é a última que morre, sendo que garota, o maior amor é o amor próprio.

Aprenda a identificar sinais que mostrem que aquilo não era amor, era cilada. Se o cara te sufoca, quer mudar o que você é, te afastar dos seus amigos, se te agride física ou verbalmente, se te faz sentir feia, se te enrola, se você percebe que é apenas um brinquedo que ele usa pra alimentar o próprio ego, se ele ama a namorada mas também gosta muito de você, se ele tá fazendo amor com oito pessoas mas o coração vai ser pra sempre seu: PARE. Aprenda a identificar os sinais do abuso, não ache que sofrer por amor é normal ou que ele é um pobre rapaz confuso. Às vezes, amigas, ele é só um otário. Mas você não precisa ser uma também.

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20 de outubro de 2014

Organizando sua viagem – Checklist de documentos que não podem faltar

Por Carol Guido / carol@girlswithstyle.com.br

Amor por viajar é um negócio praticamente unânime, né? Também, pudera, é bom demais conhecer lugares novos, ter experiências diferentes, se sentir mais livre.

Mas se tem uma coisa que também é unânime, é a chatice de organizar documentos, vistos, seguros, dinheiro, cartões, e etc. Esta burocraciazinha que você tem que lidar antes é o que garante que sua viagem seja tão legal e despreocupante. Então, mesmo sendo chato não dá pra deixar as coisas a Deus dará.

E se hoje você entrou no GWS e de repente se interessou por este post porque tá prestes a fazer uma viagem, hoje é seu dia de sorte. Vou dar uma desmistificada no assunto e tentar resumir quais os documentos que não podem faltar na sua carteira.

Estas dicas são muito baseadas nas minhas experiências pessoais e nas do meu amigo Google. É sempre válido ter dupla atenção nas sua preferências próprias e do local que vai visitar.

Dito isso, bora logo pro checklist?

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✓ Passaporte / Identidade 

Bom, isso é o básico do básico, né? hahaha Vai fazer uma viagem pro exterior leve o passaporte. Se for pra qualquer país que faça parte do Mercosul, leve identidade. Não pode ser carteira de motorista.

Para a Europa há uma exigência atual em que diz que seu passaporte tem que ter validade de pelo menos 3 meses depois da data de volta ao Brasil. Ou seja, se você volta dia 1° de janeiro, seu passaporte tem que estar válido até pelo menos 1° de abril.

Se você é menor de idade veja quais as documentações necessárias no site da Polícia Federal.

Quando viajo sempre faço uma xerox do documento que eu tiver levando, reconheço firma, e ando com ela. O original deixo no cofre do albergue ou hotel.

 

✓ Dinheiro, travel cards, cartão de débito e crédito

Atualmente o melhor jeito de economizar é levar dinheiro vivo pras viagens. Digo isso porque os cartões de débito e travel cards (são tipo um cartão de débito, só que pré pagos) passaram a cobrar uma tarifa de 6,38% de iof, que até o final de 2013, era só 0,38%. Nos cartões de débito a tarifa é em cima de cada compra. Nos travel cards / travel money é no momento da transferência do dinheiro.

Por outro lado, andar com grandes quantias de dinheiro vivo pode ser perigoso. Imagina se você for comprar um celular ou laptop novos, além de roupas, make, e das despesas essencias da viagem. Não é recomendável ficar com toda essa grana viva.

Por isso, o que eu faço é dividir meu dinheiro.

Para alimentação + transporte + extra pra emergências eu levo em espécie.

Para compras e programas mais caros eu levo meu cartão de crédito e o de débito. Lembre-se de desbloqua-los antes de viajar. Ligue pro SAC do seu banco pra avisar o período que vai estar fora. Se você não fizer isso eles podem bloquear compras como medida de segurança anti-fraude.

Também levo um travel card que está associado a minha conta no banco. Se por acaso o cartão de débito não funcionar, eu posso transferir na hora, pela internet, o dinheiro da minha conta pro travel card. Era tão bom quando a tarifa era 0,38%. =( Eu só usava ele.

Travel cards que já tive e gosto:

- Global Travel American Express (não é coisa de rico, ele é grátis e se você tiver conta no Itaú, pode transferir pra ele pela internet quando quiser)

- Visa Confidence

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✓ Vistos

Dependendo do país e do período que você vai viajar, você pode precisar de visto ou não.

Falando rapidinho dos países mais comuns:

EUA

Turistas precisam sair do Brasil já com um visto “prévio” valido por 10 anos. Mas ele não te garante entrada no país ainda. Quando chegar, você ainda vai passar por uma entrevista na imigração do aeroporto e lá eles te liberam ou não pra entrar.

Veja informações detalhadas sobre como pedir teu visto no site oficial.

Europa

A os países da União Européia não exigem visto prévio para brasileiros que vão passar 3 meses ou menos turistando por lá.

Quando você chegar no aeroporto vai passar por uma entrevista com a imigração (como nos EUA) e na hora eles carimbam teu passaporte autorizando ou não a entrada. Se você for fazer mochilão em vários países, a cada destino você vai passar pela imigração novamente.

 

✓ Vacinas

EUA e Europa não exigem vacinas na hora da imigração.

Mas eu já fui pra Jamaica e tive que tomar a de febre amarela. Veja com antecedência se o seu destino exige vacina no site da Anvisa.

 

✓ Seguro saúde

Pra qualquer viagem internacional é recomendado que você faça um seguro saúde. Por precaução e pra evitar dores de cabeça maiores, sabe? Mas na Europa o seguro é uma exigência e tem que ter uma cobertura de 30.000 euros. Antes de fazer seu seguro, pesquise. Veja se o seu cartão de crédito oferece seguro gratuito ou algum desconto em seguradora conveniada.

Se não, veja pelo menos umas 2 ou 3 opções de seguradoras e seus orçamentos. Cuidado pra não acabar economizando demais no valor e ficar com uma cobertura muito pequena.

Se viajar pra Europa, já sabe. Se for para os EUA / América do Sul recomendo uma de 20.000 dólares ou mais. E se for praticar esportes radicais, verifique se a seguradora cobre este tipo de atividade. Leia as cláusulas com calma antes de fechar. Com saúde não se brinca, viu?

Alguns seguros mais conhecidos:

- Mapfre

- Porto Seguro

- Mondial

- Seguradora para esportes radicais: World Nomads

Nunca precisei acionar seguro, então não saberia dizer qual o melhor. Já tive o da Mapfre, Mondial e World Nomads. Acho válido dar aquela vasculhada básica na fanpage da empresa e Reclame Aqui antes de contratar.

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✓ Passagem e reservas

Imprima tudo e leve com você. Você não sabe se vai ser fácil se conectar a internet quando chegar, então garanta a papelada mais importante impressa. E isto inclui:

- Informações de como acionar o seguro saúde

- Passagem ida e volta

- Voucher do hotel ou albergue

- Voucher de aluguel de carro (se você tiver)

- Mapa e instruções do aeroporto para o local onde você vai se hospedar

 

✓ Telefones úteis

É bom ter sempre a mão o endereço e telefone de locais que você pode acionar se precisar.

- Ambulância

- Polícia

- Bombeiros

- Embaixada e consulado do Brasil da cidade

- Seu hotel

- Contato no Brasil

Ufa!

Parece muita coisa, mas quando você vai acompanhando pela checklist fica tranquilo de não esquecer nada. Agora é só botar tudo na carteira e relaxar.

Ahhhh e a carteira linda das fotos é da Kipling, modelo “Brownie”, coleção Partylicious. Como tudo deles, ela é cheia de espaço e compartimentos. Eu gosto muito destes modelos grandões, mas tem de tudo quanto é tamanho, jeito e cores. ;)

 

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17 de outubro de 2014

Tea With Me – Amor por chás e dicas pra comprar o seu

Por Carol Guido / carol@girlswithstyle.com.br

Gente! Sim, resolvi fazer um post sobre chás. Meu amor por eles é grande demais e eu tenho a plena convicção que uma xícara de chá tem o poder de mudar o humor de qualquer um.

Olha, eu por exemplo, quando eu tô com insônia, bebo chá. Quando tô nervosa, bebo chá. Quando senti que uma comida não caiu bem, tomo chá. Quando já tomei café demais, tomo chá. E posso passar horas aqui dizendo como é bom essa aguinha com sabor de nada tão maravilhosa.

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Mas, da onde veio essa sua obsessão?

Bom, eu cresci com a minha avó e ela tinha mania de chá pra tudo. Ela e o boldo (eca!), são ó, melhores amigos. Nunca vi uma pessoa ter tanta azia e clamar tanto por um chá de boldo daqueles assim, com folhas frescas amassadas tiradas na hora do quintal. É um santo remédio também pra ressacas, mas isso eu só fui descobrir mais velha. hahaha

Enfim! Minha vó me dava chá de camomila todo dia, carregado de açúcar, e eu amava. Aquilo virou um hábito precioso pra mim até que lá pelos meus 15 anos ela não morava mais comigo e eu fui deixando de lado minhas xícaras diárias.

Quando fiz 21 anos fui morar em Londres e lá o hábito voltou com tudo. Eu comprava o famoso English Tea em pacotes tamanho família pra tomar com leite (que coisa mais royal, né? haha) e retomei o hábito. Desta vez comecei a botar pouco açucar e fui me acostumando com o gosto natural das ervas.

E já com meus 26 anos, conheci uma amiga no meu antigo trabalho, a Maíra (<3), que é mega fã de chás. Começamos a comprar caixinhas de Twinnings pra deixar no trabalho e fomos descobrindo uma galera da empresa que também era adepta. No fim, nosso diretor na época comprou uma chaleira pra galera poder esquentar água mais fácil e quando vimos já tava rolando um “sindicato”, em que cada um comprava uma caixinha sempre que dava e deixava lá pra qualquer pessoa que quisesse tomar.

Pra completar, na casa do meu pai, onde todo mundo é Zen e adepto da alimentação natural, os chás também dominavam. Ele começou a comprar as ervas separadas pra fazer sua própria mistura, o que ficava ainda mais gostoso e barato.

Ou seja, não tive como fugir, me cerquei de tea lovers e também virei uma.

Quais os chás que tô tomando atualmente

Muitas marcas gringas como a famosa Twinnings, por exemplo, tem chás com gosto super acentuado e dão a sensação de serem de melhor qualidade, né? Mas não é bem assim que funciona (explico melhor abaixo).

Minha nova meta é tentar optar por produtos orgânicos e menos industrializados. Estes são os melhores. Mas por enquanto, os chás que tenho aqui em casa ainda não atendem a esta premissa. hehehe A maioria do meu estoque é do tipo saquinho, que também não é o mais recomendado, mas é muito prático e fácil de encontrar. Também tenho dois que comprei numa viagem pra NY ano passado de uma marca super famosinha por lá, chamada David`s Tea. Tudo na loja é lindo. Escolhi estes pelo preço. São uma delícia, mas acho meio doces demais pro meu gosto.

Os meus preditletos entre todos estes são o de camilia, que eu amo desde sempre, e o de hibiscus.

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O que você deve prestar atenção na hora de comprar seu chá

  • Embalagens e saquinhos: os chás de saquinho não são os prediletos dos apreciadores e entendedores. O saquinho em si pode ser feito de materiais que, em contato com a água quente, liberam substâncias duvidosas pro nosso organismo. Até os mais comuns no Brasil, que tem saquinho de papel, também tem este problema. Eu confesso que ignoro isso e tomo assim mesmo.

  • Ingredientes: Muitos chás deliciosos são cheios de corantes e ingredientes artificiais. Sempre dê uma lida na embalagem. Dê preferência aos que tem o certificado de Orgânico.

  • Processo de produção: os chás industrializados (de caixinha, saquinho e marcas mais famosas que vendem nos mercados) normalmente passam por processos de produção que fazem o chá perder grande parte das suas propriedades. Em geral os chás a granel de procedência confiável são muito melhores, livres de pesticidas e produzidos num processo mais artesanais, que conserva seus benefícios.

Como vocês podem ver, ainda preciso dar uma diversificada e ter opções mais saudáveis no meu estoque.

Por isso, separei abaixo algumas marcas que ouvi falar muito bem, de repente vocês já começam por elas.

Marcas que quero muito experimentar

Pra se inspirar mais neste maravilhoso mundo, recomendo muito este post da Mel, do Serendipity, mostrando a coleção de chás dela. Fotos lindas. *.*

E aí, bora tomar um cházinho?

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