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31 de julho de 2014

Estudando moda: Curso de identidade da moda em São Paulo une semiótica e psicanálise. Vem saber como participar!

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Uns dias atrás, Bia Carminati e Mel Harden,  as garotas do Lá Em Casa – Experiências em Aprendizado entraram em contato com a gente para apresentar o trabalho delas. A ideia do projeto é simples: Organizar cursos livres em áreas diversas para ajudar meninas e meninos em diferentes campos da vida.Obviamente, de cara sabíamos que gostaríamos de fazer parte disso porque temos como meta ajudar vocês nas mais diferentes áreas da vida e também porque adoramos garotas empreendedoras que querem fazer as coisas de um jeito diferente. O #projetoláemcasa transforma cursos/palestras/workshops em experiências de aprendizado, levando os alunos para um novo formato de aula que, pode ser a sala de uma casa, à beira da piscina, a varanda de uma casa de praia, a mesa da cozinha.

O primeiro curso do Lá Em Casa – Experiências em Aprendizado é para estudantes de moda, psicologia ou só para curiosos do comportamento humano. O mercado de moda está em constante evolução e por conta disso, sempre é preciso definir o novo perfil de profissionais que a área necessita. O curso de dois dias será ministrado por Carmencita Job, em agosto, em São Paulo e será dedicado a estudar a moda atual a partir da filosofia, semiótica e psicanálise. Muito interessante, né?

Carmencita Job é analista cultural de macro tendências e pesquisadora de grupos urbanos. Fundadora do Laboratório de Pesquisa do Comportamento [Ox]igênio, é gestora de projetos especiais e especialista em metodologias criativas, focadas pela tríade – arte, ciência e lógica.

Formada em Negócios da Moda, Carmencita também saca de desenvolvimento de produto e Marketing e é discente em psicanálise. Escreve para cinema como crítica-psico-cultural e pesquisa temas, como: identidade da mulher brasileira, amor e comportamento urbano.

Foi a coordenadora do Sul do país no projeto especial da BOX 1824 – [O Sonho Brasileiro]. Realizou trabalhos em pesquisa para: Rede Globo, Bienal do Mercosul, Fronteiras do Pensamento, Renner, Grendene, Pepsi, Ruffles, Vivo, Iguatemi, entre outras tantas agências de publicidade. Ou seja, muita coisa para passar, certo?

O curso de 11 horas tem certificado do Laboratório de Pesquisa [Ox]igênio – Laboratório de Pesquisa do Comportamento, Consumo e Monitoramento de Tendências sociais e Estudos Antropológicos e oferece uma trajetória da história da moda diferente da forma que conhecemos, através da análise das atmosferas do ambiente e comportamento. Será feito também um exercício prático com os próprios participantes e suas transformações visuais através de imagens das suas próprias fotografias, analisando assim a influência do meio, da mídia e da história.

Curso-de-identidade-da-moda1

// Conteúdo:

- Moda – monitorando suas potências

- Expressão em tempos de guerra

- Beleza e estética – épocas e identidades urbanas

- A performance diária – a linguagem é pessoal a repetição vem do coletivo

- A rua como mudança – antropologia visual

- A psicanálise das ruas – mind style

- Prática / time lines da história – pontos de observação

- Mapeamento dos grupos de influência contemporâneos – em um mapa do comportamento Brasileiro.

- O papel do profissional de Moda – hoje – pensando MODA além do produto

// Serviço

-  Data: 09 e 10 de Agosto (sábado e domingo)

-Horário e carga horária: 14h00h às 20h00 = 11 horas intensas!

- Valor: 710,00 por aluno, que pode ser dividido em até 10 vezes

- Local: Rua Professor Henrique Neves Lefèvre, 216 – Brooklin Velho – São Paulo

- Inscrições no site: www.sympla.com.br

- Dúvidas? laemcasa@produtoradevida.com.br

// PROMO!

Ficou com vontade de participar, mas a grana tá curta? O GWS em parceria com o Lá Em Casa – Experiências em Aprendizado te dá uma bolsa para você fazer o curso de graça! Para concorrer é fácil:

- Compartilhe esse post no seu facebook

- Deixe nos comentários aqui do blog a seguinte frase: “Quero participar do curso identidade de moda do Lá Em Casa – Experiências em Aprendizado”

Vamos fazer um sorteio e anunciamos a ganhadora aqui e nas nossas redes sociais no dia 04/08/14 – segunda-feira às 18:00 horas!

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30 de julho de 2014

Meu caso de amor com a marca britânica de cosméticos sustentáveis LUSH e por que você também vai amar.

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

lush-sp-entrada-03(Fachada da nova LUSH Brasil nos Jardins, SP)

Acho que já disse algumas vezes aqui no GWS que a perdição da minha vida são os cosméticos. Desde muito nova sou apaixonada por hidratantes, sabonetes, tônicos e tudo mais que vocês possam imaginar da indústria da beleza. Sempre tive uma queda por produtos naturais e artesanais, tanto que com 17 anos fiz um curso de sabonetes, só pra poder fazer minha própria barrinha  de leite de cabra e aveia #truestory. Eu também me aventurei na faculdade de estética, mas desisti no primeiro período porque achava que era um mundo mágico de cheiros e alquimia mas na verdade era algo bem burocrático.

lush-sp-loja(Por dentro da loja mais cheirosa do mundo!)

lush-sp-imperials(Imperialis: Melhor hidratante pra pele mista que eu conheço!)

Mesmo depois de desistir da carreira profissional no mundo dos cosméticos, meu interesse pelo universo só cresceu e foi assim que eu conheci a marca inglesa, LUSH. O título pode parecer exagerado, mas quando eu digo que tenho um “caso de amor” com a marca, não é mentira. Vocês provavelmente se lembram da primeira vez que avistaram aquele amor platônico, não é? Pois é, eu também lembro da primeira vez que “vi” a LUSH. Ano de 2001, lendo a revista VOGUE. Uma notinha falando como a marca inglesa de cosméticos naturais tinha conquistado o coração das paulistas. Eu recortei a notinha, guardei e colei no meu caderno de “coisas para se fazer em SP”. Pouco tempo depois, fiquei sabendo que abriram uma LUSH no Rio, pertinho de casa e nunca vou me esquecer da primeira vez que entrei e senti aquele cheiro dos deuses. A partir daí, tudo, tudo meu era da LUSH. Eu me senti órfã quando a marca acabou no Brasil em 2007 .

lush-sp-mesao(Mesa em que você pode conhecer, cheirar e experimentar alguns produtos)

Mas depois da tempestade amigas, sempre vem a bonança! E a LUSH voltou ao Brasil com uma loja incrível no Jardins, em São Paulo. E voltou com tudo mesmo já que a loja é a maior loja LUSH do mundo. Nela você pode encontrar não só os produtos que consagraram a marca, mas também as novidades como os perfumes e maquiagem! Além disso, o espaço conta com o SPA da LUSH onde você vive uma experiência sensorial incrível. Só mesmo conhecendo o espaço para entender.

lush-sp-spa-sala-relax(Espaço LUSH SPA para tratamentos corporais)

lush-sp-spa-essencias(Escolha sua essência para massagem)

lush-sp-skkim(Novidade da LUSH que já virou meu perfume favorito da vida! Sikkim Girls)

lush-sp-batom-marie(Marie experimentando as makes!)

lush-sp-fresh-farmacy(Fresh Farmacy: Melhor sabonete facial que já usei para controlar minha rosácea!)

Eu acho que eu gosto tanto da LUSH porque não é só uma marca de cosméticos. É uma marca que tem uma filosofia, crenças, causas e você sente o amor em tudo, tudo mesmo. Um dos motivos de eu admirar tanto a LUSH é a preocupação com os animais e meio ambiente. A marca é totalmente contra testes em animais e vai além de não praticar.

Em 2012 por exemplo, fez na vitrine de uma de suas lojas na Inglaterra um show ao vivo de como são feitos os testes em animais, obviamente reproduzidos em um humanos. A marca também tem um projeto chamado LUSH PRIZE que anualmente concede um prêmio em dinheiro para cientistas que promovem grandes avanços em remover a necessidade de animais em testes de toxidade.

lush-sp-ecobag(Lutando contra testes em animais)

lush-sp-marie-nuta(Conhecendo a linha FUN sabonetes que são como massinhas de modelar!)

lush-sp-carol(Carol amou os produtos em latinhas!)

A LUSH também se preocupa em reciclar suas embalagens e criar produtos auto-conservantes ou seja, sem parabenos. Até em seu catálogo de produtos a marca tem engajamento político e aborda assuntos como a guerra dos Drones no Paquistão e a luta por um comércio justo, o make trade fair. A LUSH acredita que o único caminho é a ética.

Mas como essa marca tão incrível nasceu? Nos anos 70, Mark Constantine fundador da marca era um cabelereiro e esteticista que desenvolvia produtos naturais para suas clientes. Mais tarde ele se juntou a Rowena Bird e Helen Ambrosen para pesquisar produtos de beleza feitos com ingredientes naturais como frutas, flores e raízes, que prometiam cuidar da aparência e, simultaneamente, induzir à sensação de bem-estar.

lush-sp-dream-cream(Meu hidratante favorito no mundo! Você tem a pele do corpo irritada? Vermelhidão? Cravinhos? Experimenta o Dream Cream e depois me conta!)

As primeiras criações, feitas à mão com ingredientes naturais no fundo de um quintal, foram oferecidas, em 1978, à The Body Shop, a famosa rede inglesa de cosméticos politicamente corretos, que imediatamente comprou a ideia. O trio de ex-hippies chegou a fornecer 40% dos produtos da marca, até decidir partir para um próprio negócio, em 1988, com um sistema de vendas por catálogo, a Cosmetics to Go. Deu tudo errado. O projeto naufragou por má administração, uma enchente inundou a fábrica e eles perderam tudo o que haviam investido. Quebrados, mas com um sonho na cabeça, cinco anos depois, inauguraram a LUSH, em1994, na cidade de Poole na Inglaterra.

lush-sp-trichomania(Já usou shampoo sólido? Se não, experimenta o Trichomania! Além do perfume dos deuses, deixa o cabelo super macio e com brilho)

Achei que seria legal contar essa história pra vocês. Não só porque a LUSH tem produtos maravilhosos e que funcionam de verdade, mas porque é uma marca que não tá só afim de fazer cosméticos. Quer fazer a diferença. O que a gente tenta fazer aqui no GWS todos os dias, de pouquinho em pouquinho e esperamos que inspire vocês a fazer o mesmo.

Pra conhecer: Rua da Consolação 3459, nos Jardins, em São Paulo.

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29 de julho de 2014

Olympe De Gouges: Feminista, revolucionária e heroína – Resenha do livro e Promo!

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Pollyanna Assumpção:

Essas últimas semanas foram marcadas nesse mundão da internet pela discussão levantada pela existência da fanpage chamada Woman Against Feminism. A discussão explodiu, o Buzz Feed fez post zoando, as meninas no Tumblr se revoltaram e as redes sociais viraram um festival de plaquinhas sobre porque a gente precisa ou não do feminismo. Particularmente a minha favorita foi essa aqui, Cats Against Feminism. Porque se for pra ler zoação, que tenha fotos de gatinhos lindos junto. Mas falando sério agora, fico me perguntando o que se passa na cabeça de uma mulher que acredita de verdade que não precisa de feminismo. Vontade de falar “Amiga, se você pode botar sua cara e essa sua plaquinha safada na internet é graças ao feminismo”. Simples assim.

Já contei pra vocês lá numa das minhas primeiras colunas um pouquinho da história do feminismo. Ele teria começado sua primeira onda lá no final do século XIX e ido até o início do século XX e existido basicamente como um movimento de luta das mulheres ocidentais para garantirem direitos básicos como estudar, trabalhar e votar. Isso não quer dizer que os historiadores não levem em consideração qualquer movimento feminista antes disso. Vários historiadores consideram Cleópatra uma das primeiras feministas devido ao grande poder político e sua famosa liberdade sexual. E estamos falando numa era antes de Cristo e não ocidental.

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Mês passado ganhamos da Editora Record o livro Olympe de Gouges, biografia em formato de graphic novel (um livro que é desenhado e apresentado em quadrinhos) maravilhoso sobre uma das feministas francesas mais controversas da história, em um tempo pré movimento feminista. Outro dia eu estava lendo sobre como as HQs ou graphic novels pra quem é chique, tem sido uma nova forma de fazer com que as crianças leiam na escola. Não sei exatamente se concordo com essa metodologia, mas assumo que como leitora de algumas HQs ficcionais, me interessou bastante ler uma biografia feminista nesse formato.

Pra quem não sabe, Olympe foi a filha de um relacionamento extra conjugal entre uma mulher comum e um aristocrata na França em 1748. Já adulta, a revolucionária escreveu a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã num período pré Revolução Francesa, onde os próprios direitos civis do cidadão comum ainda eram meio nebulosos. Originalmente chamada Marie Gouze, casou jovem, enviuvou jovem, se mudou pra Paris e adotou o pseudônimo Olympe de Gouges e começou sua militância feminista, pelos direitos humanos e pelos direitos dos filhos ilegítimos.

A obra é dos autores José-Louis Bocquet e Catel Muller, responsáveis pela HQ, escreveram também Kiki de Montparnasse. O livro é escrito em primeira pessoa, a própria Olympe de Gouges narra sua trajetória como uma das principais defensoras da liberdade e dos direitos das mulheres, na França do século 18. Por suas ideias arrojadas e insistência em posicionar-se a favor das oprimidas, a protagonista foi guilhotinada em 1793, durante a Revolução Francesa, mas não se deixou intimidar e lutou até a morte para realizar o sonho de uma sociedade livre e igualitária.

A graphic novel tem linguagem adulta, não nos poupa das aventuras sexuais de Olympe e é extremamente agradável de ler. Feminismo deve ser vivido no dia a dia, na liberdade de escolha, no relacionamento com as irmãs, mas se você também gostaria de ler um pouco mais sobre o assunto mas não tem muita paciência para grandes livros e muitas teorias, ou se história não era exatamente sua matéria favorita na escola, recomendo! Nunca tinha lido uma biografia ilustrada e acho que é uma das formas mais interessantes de estimular a leitura. Então definitivamente essa é a minha recomendação feminista do dia. Espero que ao final dele e percebendo que precisamos sim do feminismo, nenhuma de vocês resolva escrever mensagens sem sentido e postarem em plaquinhas na internet. Sempre precisamos do feminismo e enquanto as relações sociais não forem efetivamente iguais, enquanto mulheres forem abusadas e violentadas, enquanto não formos respeitadas em nossas decisões, sejam elas quais forem, precisamos sim, do feminismo.

promo-livro-olympe

PROMO

Curtiu e tá morrendo de vontade de ler o livro? O legal é que a editora Record também mandou dois para a gente sortear entre as leitoras! Para participar é super fácil. Diz aqui nos comentários: Por que você precisa do feminismo? Vamos escolher a vencedora e o resultado sai aqui no post e nas nossas redes sociais no dia 01/08/14 sexta-feira, às 18 horas!

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28 de julho de 2014

Por um mundo virtual (e real) com mais empatia.

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Juliana de Oliveira:

empatia

Esses dias navegando pela internet, me deparei com três imagens distintas, a primeira era da atriz de Glee, Lea Michelle, curtindo um passeio de iate com seu novo namorado, a segunda era uma capa de revista sensacionalista que evidenciava os “”"defeitos”"” do corpo da socialite Kim Kardashian e a terceira, a capa do novo single da rapper americana Nicki Minaj. Aparentemente, as três imagens não têm nada em comum, mas o fato das três de alguma forma evidenciarem seus corpos, é motivo suficiente para que as pessoas sejam más. Pessoas no geral, não só os homens, não só as mulheres, não só os jovens e também nem só os mais velhos. Pessoas exercendo sua capacidade total de serem más, pessoas que, seja lá por que razão, acham divertido ridicularizar alguém.

Vocês conhecem a palavra empatia? Ela significa o sentimento de se colocar no lugar dos outros, se identificar com as pessoas e sentir o que elas sentem. Pois bem, acho que está faltando empatia na internet.

Imagine a cena. Você sai na rua para atividades banais do cotidiano e alguém tira uma foto sem sua aprovação, ou então, você nem nota que foi fotografada! Passa o dia todo cuidando da sua própria vida, até que resolve dar uma olhada na internet e quando isso acontece dá de cara com um monte de pessoas enfurecidas, que por alguma razão se sentem no direito de te xingar de todos os tipos de coisas. Algumas pessoas acreditam que é ok compartilhar suas opiniões com o mundo (leia-se destilar seu ódio gratuito) em relação a celebridades, afinal, se é uma pessoa pública, tem que aguentar.

O que essas pessoas parecem esquecer é que por trás de todo o glamour, debaixo das camadas de make, existe uma pessoa real, que tem sentimentos, inseguranças e neuras, e a mesma capacidade para sofrer. Humilhação é humilhação e não é porque a outra pessoa parece “inalcançável” que se torna ok fazer isso. Gorda, ridícula, escrota, vadia, acabada e decadente. Essas são algumas das palavras reais tiradas dos comentários desses seres que habitam o mundo dos conglomerados de notícias.

Imagine agora todas essas palavras direcionadas a você por pessoas que nem te conhecem. E não pense que está imune a isso, porque é uma pessoa comum, afinal vemos muitas “anônimas” virar “piada” na internet. A alemã que estava de boa no estádio curtindo o jogo da sua seleção, virou meme, não pôde comemorar o título porque as pessoas riam dela nas ruas e ficou em casa chorando por dois dias seguidos, segundo reportagens que fizeram com a moça. Afinal se tem mulher em estádio de futebol ela tem que ser musa, certo? Do contrário, merece ser ridicularizada. A tal objetificação da mulher que muita gente insiste em dizer que não existe. E mesmo que você seja bem resolvida, esclarecida e não se importe muito com a opinião dos outros, dói. Dói ser desrespeitada e atacada sem motivo aparente.

aspas2Se esses odiosos da internet lessem seus próprios comentários e se estes fossem direcionados, não aos outros, mas a si mesmos, será que achariam tão legal? Será que ririam e compartilhariam? Mas eles devem ser super bem resolvidos, 100% atraentes todo o tempo, sem neuras, sem inseguranças, impecáveis e claro, provavelmente sem coração. Não devem saber o que significa a tal da empatia.

Eu não sei vocês, mas prefiro ser uma pessoa cheia de escorregões fashion, com algumas celulites na bunda e com bad hair day do que ser uma pessoa cheia de ódio no coração, destilando preconceito e intolerância em redes sociais.

O triste é saber que as redes sociais são um reflexo do mundo real. Toda vez que paramos pra pensar nos problemas sociais do mundo sempre percebemos que falta educação, saúde, melhor distribuição de renda… Pode ser clichê, mas o que está faltando mesmo é empatia e amor. E alguma coisa dentro de mim diz que se tivéssemos mais isso, as outras coisas fluiriam.

Por um mundo que a gente substitua as críticas negativas e os discursos de ódio por elogios sinceros e críticas construtivas. Por um mundo com mais respeito, com mais amor, com mais empatia.

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25 de julho de 2014

Playlist GWS: Fancy

Por Marie Victorino / marie@girlswithstyle.com.br

playlist-fancy-1

Diz que vocês estavam sentindo falta de playlist pra eu ficar feliz e motivada de fazer sempre? Hahahah, eu adoro fazer essas seleções e as colagens também! Sei que dei um espação entre essa e a última, mas minha desculpa é a Copa, que tirou um pouco o foco musical! Hahaha, mas agora, sem enrolação, tá aí mais uma playlist pra você só ter o trabalho de apertar o play!

Mais uma vez reuni algumas coisas que nós três temos ouvido e dessa vez também pedi sugestões pra nossa amiga Aline Dias que completou a lista com Grimes e Banks! Tem musiquinha dançante, tem hip hop, tem nossas musas Pitty e Karol Conka e, claro, tem um rockzinho também! Não deixem de prestar atenção na “The Gravy Train”, do Ian Brown, que tem elementos psicodélicos e uma batidinha muito gostosa. Também incluí “You’ve Got Time”, da Regina Spector – aquela música de abertura de “Orange Is The New Black” que não sai da cabeça!!

Espero que gostem e se quiserem mandar sugestões, é só colar aí nos comentários.

 

 

assinatura Marie_1 copy

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