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23 de julho de 2014

Vamos ler juntos? – Clube do Livro GWS

Por Carol Guido / carol@girlswithstyle.com.br

Gente linda, já venho há algum tempo perguntando pra vocês o que acham de fazermos um Clube do Livro aqui no blog. Como vocês tem dado a maior força, vamos fazer. Tô empolgada!

Bom, a ideia é nós decidirmos juntas, por votação, qual livro vai ser lido durante aquele mês. Depois, quando terminar o mês, vou fazer um post aqui pra gente trocar muitas ideias nos comentários do que achamos do livro, recomendar próximas leituras, essas coisas. Quem sabe um hangout no Youtube?

Mas por enquanto, vamos decidir qual vai ser o nosso escolhido de agosto? Separei três gêneros diferentes, entre alguns livros não lidos que já tenho aqui em casa porque eu tinha que partir de algum lugar. Mas aceito sugestões pra setembro nos comentários.

Um pouco sobre cada um:

clube-do-livro-votação-1_3

Correr ou Morrer / Maze Runner, James Dashner

Primeiro de tudo, só pra explicar que esta versão da foto é em inglês, mas o livro já foi lançado no Brasil, tem em tudo quanto é livraria.

Este é o primeiro livro da saga de Thomas, um garoto que acorda dentro de um escuro elevador em movimento e a única coisa que consegue lembrar é seu nome.

“Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.  Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.” 

Tirei o resumo do Skoob.

Vai rolar filme, que vai ser lançado dia 18 de setembro, ou seja, pra quem quer ler antes da estreia nas telonas, esta é a chance. Aqui o trailer.

 

O Morro dos Ventos Uivantes, Emily Brontë

“Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”, diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas, incluindo os belos personagens de Stephenie Meyer.”

Resumo do Skoob também.

 

O Som e a Fúria de Tim Maia, Nelson Motta

“O jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta parte da memória da intensa convivência com o cantor, de quem era fã, para contar uma história de som, fúria e gargalhadas. Apoiado numa pesquisa minuciosa, Nelson revela um dos personagens mais ricos, divertidos e originais do Brasil moderno.

Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tijuca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.”

Resumo do site da editora Objetiva.

vota-aê

É só clicar no seu escolhido abaixo e depois em enviar.

Quarta que vem, dia 30/07, vou atualizar este post com o livro escolhido, mas fica ligada nas nossas redes sociais que vou anunciar por elas também: Facebook, Insta e Twitter. Segue aí pra não perder o timing!

 

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22 de julho de 2014

Tudo que rolou no nosso bate papo sobre autoestima no Youpix

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

youpix-think-olga

Este sábado nós fomos para São Paulo participar do Youpix, a convite do Think Olga. Só de escrever esta primeira frase já ficamos felizes e emocionadas. Não é todo dia que se participa de um evento tão legal, ainda mais a convite de um dos sites que mais admiramos nesta internê.

Mas calma que fica melhor.

O tema da nossa mesa era “Para a internet, a Scarlett Johansson nua não é tudo isso” e pra falar de padrões de beleza junto com a Carol, que representou o GWS, estavam: Luíse BelloJu Romano, Negahamburguer e Michi Provensi. Que time.

O papo não poderia ser mais agregador, motivador e cheio de amor. Sabemos que muitas de vocês queriam estar lá, mas não puderam, então vamos tentar trazer pra este post um pouquino do que foi dito.

youpix-ju-romano-think-olga-gws-negahamburguer-michi-provensiJu, Luíse, Juliana, Evelyn (Negahamburguer), Carol e Michi

gws-youpix-olgaCarol, Luíse, Nuta, Marie, Evelyn e Ju

 A hipersexualização do corpo feminino

Será que a internet ajuda a diminuir o tabu da nudez feminina ou só nos deixa ainda mais hipersexualidas?

O papo começou assim. E é difícil ter uma só resposta pra esta pergunta. Sabemos que muito já foi conquistado, mas aquele preconceito velado ainda existe.

De que adianta “poder” postar sua foto com roupa que bem entende (ou sem ela), se o discurso de ódio disfarçado bom senso assola os comentários do Instagram e bate papo na mesa de bar?

Isso quando dá pra postar, né. Rihanna que o diga.

O que nos parece verdade é que a internet nada mais é do que um reflexo de quem nós somos. Se temos tanto a objetificação , como a luta por liberdade na vida real, também teremos na web. Mas como bem lembrou a Negahamburguer, o anonimato empodeira os haters, que podem falar o que querem, sem sofrer as consequências. Por isso, ela denuncia todos os absurdos que vê.

 

Haters gonna hate

Importante saber filtrar o que é uma crítica construtiva e o que é ódio gratuito.

A Ju Romano, por exemplo, contou que às vezes não consegue se segurar e responde com todos os argumentos que tem na manga, pra colocar a pessoa no seu devido lugar.

Belíssimo lembrete pra todas as garotas que se sentem diminuídas pelo que ouvem por aí: Você tem todo direito de falar o que pensa. Você não é louca, você não tá de TPM.

Também achamos lindo como a Michi nos lembrou que nada como a delicadeza e a educação, pra combater um comentário raivoso. “Magrela, vagabunda, anoréxica…”, ela já ouviu coisas daí pra pior. E respondeu com um belo “Oi, obrigada pelo seu comentário, espero que tenha um dia legal.” O que aconteceu depois? “Caramba, você me respondeu! Não esperava isso…”.

É, as pessoas, muitas vezes te atacam de maneira grosseira, sem esperar que você vá ser legal de volta.

Mas se não tiver a fim, ou achar que não vale a pena, faz como a Carol falou: Pegue o ódio, e deixe entrar por um ouvido e sair pelo outro. O clássico “Fale com a minha mão.” funciona muito. Ô se funciona.

 

O Photoshop invadiu o Insta, e agora?

Antes de mais nada, só pra efeito de reflexão:

A Michi é modelo há 13 anos. E há 13 anos vê sua imagem alterada nos trabalhos. Seus olhos castanhos, já viraram azuis. Os pais dela já ligaram pra saber o que houve com uma foto que ela estava tão diferente, que eles até estranharam. Entre outras histórias que ela contou lá no evento.

A moça é modelo e passa por isso. Estamos criando um mundo onde ser natural não é bonito.

E aí chega a um ponto em que é claro que as mulheres vão sentir necessidade de usar Photoshop ou outros apps pra se retocar.

Compreensível, sim. Mas continuar estimulando isto? Jamais. Esta é a luta das mulheres que estavam lá na mesa ao lado do Think Olga.

Precisamos nos informar, enxergar a raiz do problema e disseminar o quanto isto é insano.

Vivemos num mundo onde os próprios comerciais de produtos de beleza mostram imagens totalmente alteradas dos resultados do seu uso.

Chegou a hora de parar de se culpar por não conseguir atingir o inatingível e ser feliz. You go, girl!

 

A Scarlett é linda e nós também

Beleza, pra nós, é não ter padrões. É saber que cada pessoa é única, e tentar fazer todo mundo ser igual não faz sentido e gera sofrimento.

Não se deixe enganar pela sociedade, pela indústria ou pelos meios de comunicação que disseminam a mensagem de que você precisa ser outra pessoa pra ser linda.

Já tem muitas marcas que mudaram sua perspectiva sobre beleza e estão aí, produzindo ótimos comerciais, com consciência do que dizem. A mesma coisa com revistas, blogs e pessoas.

Cerque-se destas referências e seja feliz.

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21 de julho de 2014

Carta para um cabelo crespo.

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por: Luiza Brasil

cabelos-crespos

Olá querido cabelo,

Tudo bem?

Resolvi escrevê-lo após recordar-me de um episódio um tanto constrangedor, para mim e para você. Lembra de uma vez que estávamos no salão e enquanto nossa cabeleireira atendia outra cliente, resolvi fazer as unhas? Isso faz tempo, acho que uns 6 anos ou até mais. A manicure, que adorava bater um papo e tinha muitas opiniões sobre diversos assuntos que variavam entre política, novela, futebol e celebridades decidiu dar o seu pitaco sobre a minha presença no centro de beleza e, claro, ela não fez a menor questão de te poupar. E em mais um “minuto de sabedoria” daquela senhora, saiu a seguinte declaração: “Ainda bem que você está aqui para dar jeito no seu cabelo. Ele não é adequado para você. Você é muito bonita e ele não te valoriza”!

Te defender? Brigar? Dar uma lição de moral? A minha reação inicial foi de tamanha perplexidade, que eu não consegui pensar em nada disso, somente me limitei em dizer que adequado ou não, aquele era o meu cabelo e que não, eu não estava ali para me submeter a alguma química alisamento.

A sorte, é que tamanha insensibilidade da moça atingiu alguém que talvez tivesse um pouco mais de consciência do poder, imponência e respeito que você, crespo que é, tem e merece. Quantas vezes eu não ouvi relatos de meninas e mulheres que não conseguem se libertar de forma alguma dos alisantes, apliques e até mesmo das tranças?! Eu mesma fui uma que durante muitos anos encarei o rastafári como um “estado natural” seu e só depois dos 18 anos de idade é que consigo passear com uma certa tranquilidade por vários estilos, que incluem o black power, o nagô, o midi, o grande, o beeeem grande, o side hair…Vejo que hoje em dia a transição do cabelo com química para o crespo, tornou-se uma prática bastante comum e divulgada nas redes sociais. Não é algo fácil, pois até mais do que mulheres que cultivaram sua “crespisce” desde que nasceram, esse “ritual” de passagem em uma idade em que você já tem uma personalidade definida, já construiu uma imagem, mexe bastante com o nosso ego, nossos medos e inseguranças. Isso é realmente um ato de coragem, de bastante admiração e digo até mais, uma ato de amor para/com você. Sinceramente, queria enviar uma flor e um “muito obrigada” para cada uma dessas guerreiras.

Captura de Tela 2014-07-16 a_s 18.27.08Ilustração: Dê Lírios

Bem aventurados foram os pais da pequena Blue Ivy Carter que simplesmente balançaram os ombros para um abaixo-assinado no qual era pedido para que eles penteassem as madeixas de sua pequena de apenas dois anos, sob alegação de que a filha do casal-astro Jay-Z e Beyoncé andava por aí com dreads e tochas de cabelos embaraçados. Mal devem saber essas pessoas o quanto essa questão dói, fisicamente e moralmente, para as meninas, que desde tão novas são condicionadas a vê-lo como feio, fora do padrão,“inapropriado”, “ruim”, entre outros termos mais ou menos grosseiros, e que de alguma forma encaram o fato de você ser crespo uma ofensa e te rebatizam com nomes como “étnicos” ou “toin-oin-oin”. Sem contar os inúmeros procedimentos que muitas vezes passamos para deixá-los com um aspecto mais “sociável”.

Ah, outra coisa que incomoda profundamente é a condição de algumas pessoas para você crescer e aparecer. “Ah, mas o seu cabelo ainda faz uns cachinhos”, “Mas vc viu o cabelo da fulana? Faz uns cachos maravilhosos! Aí sim fica bonito!”, “ Passa pelo menos um relaxante para soltar essa raiz dura”. Muitas pessoas só gostam de você de fato se for minimamente aceitável, pois você é impactante e, pasme, te consideram agressivo.

Não passa na cabeça delas que assim como os lisos, existem vários tipos de crespo e não necessariamente é aquele cabelo enrolado que todos querem imitar, mas caso não seja, ainda sim temos total condição de deixá-los macios, exuberantes e lindos, sem precisar escondê-los ou recorrer a métodos extremamente agressivos, que modificam totalmente a sua estrutura como os permanentes. Nem eu, nem você precisamos passar por isso, apenas aceitem.

Bom, hoje fico por aqui. É claro que eu sei que tudo que tem um pouco mais de personalidade, tem às vezes seus dias temperamentais, difíceis e que é necessário um pouco mais de paciência. Mas quero deixar bem claro que não tenho absolutamente nada contra você. Pelo contrário! Te valorizo, te respeito, tenho orgulho e gosto de você assim, bem do jeito que você é. VOCÊ PODE TUDO!

Beijos afetuosos,

Luiza.

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