403 views

19 de dezembro de 2014

O mundo e suas competições: Quanto mais você se compara mais longe está de se encontrar

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por: Isa Freire

rookie(Imagem do site Rookie)

O mundo é cheio de competição: entre homens, mulheres, casais, amigos ou inimigos. Sim, tenho toda uma noção de auto crítica e devo confessar que também já estive competindo muito. Por exemplo, ao invés de querer ser bonita, eu queria ser a MAIS bonita, ao invés de bem sucedida, a MAIS bem sucedida e por aí vai. Então antes de dizer que você não sofre desse mal, de estar sempre competindo com os outros, pense nisso. Pense em quantas vezes, pra se sentir bem, você teve de usar outros como base pra comparação.

Sofri alguns anos num grupo de amigas 100% magras e também 100% insatisfeitas com o corpo (eu inclusa). Em todo almoço ou lanche e afins, alguém reclamava de não poder comer, de estar gorda, de já ter sido mais magra e mais bonita ou de não ter roupas que ficavam boas. Nos meus 46 quilos em 1,54m, eu nunca fui a mais magra desse grupo. É complicado se sentir magra, entre magras que se sentem gordas. Nessa hora, o espelho não fala sinceramente com você. Nessa hora, o reflexo do espelho te engana, te mostrando todas aquelas outras meninas que “não são magras” do seu lado também.

Além dessa versão estética da competição, com a qual acredito que todas nós sofremos, independentemente do nosso grupo de amigas (porque estamos à mercê da televisão, revistas, Barbies e Angels da Victoria Secret’s), tem um outro tipo de competição que me fez sofrer por no mínimo 20 anos.

Tem uma música de um musical da Broadway chamado Funny Girl, PEOPLE, que diz que as pessoas mais especiais do mundo são as pessoas que precisam de pessoas. Atenda qualquer palestra dessas empresariais de hoje em dia e com certeza o que mais você vai escutar é sobre a importância das PESSOAS. Nós não conseguimos viver no isolamento, é verdade. Precisamos de pessoas pra tudo, inclusive pra nos reproduzir. E desde muito novinha percebi que ali estava o grande valor da vida: manter as pessoas sempre por perto, sempre muito amigas, arrisco dizer sempre precisando de mim e vice-versa. Acontece que essa é uma descoberta, que conscientemente ou não, todo mundo faz. E é aí que entra a competição (de novo). Quantas vezes fui obrigada a responder ou me senti impelida a perguntar: “mas quem é mais sua amiga: fulana ou fulana?”. Quantas vezes me senti excluída ao ver minhas amigas se reunindo sem me chamar? Quantas vezes participei de emails, grupos de facebook, whatsapp ou qualquer coisa que excluíam outras amigas que provavelmente sentiam o mesmo? E quantas vezes me vi implantando ideias minhas ou tendo ideias de outros implantadas na minha cabeça, com o intuito de mostrar que “eu que to certa” depois de uma discussão qualquer entre duas pessoas? Resumindo, o pensamento é esse: não adianta ser minha amiga, tenho que ter certeza que numa briga, você vai ficar do meu lado.

aspas2Depois de muitas porradas, do maternal aos dias de hoje e de muitas pessoas terem ficado do meu lado, enquanto outras pessoas também tiveram sucesso de afastar amigas de mim, percebi que não fazia sentido querer que o mundo inteiro gostasse MAIS de mim. E consequentemente e ao poucos, fui entendendo que eu também não precisava ser MAIS magra, MAIS bem sucedida, MAIS inteligente ou MAIS bonita do que ninguém. Isso tudo atingiu meus relacionamentos, principalmente entre amigas. Atingiu quando acontecia e atingiu quando acabou porque percebi que acontecia. Não sou mais feliz hoje, mas sou mais leve.

Tentei resumir ao máximo, um assunto que renderia várias e várias páginas, por ser tão pouco falado, afinal, ninguém quer admitir que se compara com o outro ou que se sente pior, ou melhor que o outro. Mas o caso é: seja feliz por quem você é e pelo que você faz e o que você sente. Seja egoísta nesse ponto, não precisa ser o centro do mundo, mas seja o centro do seu mundo. Olhe pro lado sim, pra ajudar, entender e perceber que os outros são diferentes, mas não pra querer ser melhor/igual àqueles ao seu redor. Falam muito pra gente parar de ser egocêntrico, parar de “olhar só pra o próprio umbigo” mas sei lá… de uns tempos pra cá, tenho visto que isso que tá faltando nas pessoas. Você não é um grupo, você não é a sociedade, você não é uma família, no fundo, no fundo, você é só você e é legal ser você, porque só você é você e sabe o que é ser você. O quanto você se compara, é inversamente proporcional ao quanto você se sente bem, se conhece e se ama.

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

 

assinatura Isa

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
3.259 views

18 de dezembro de 2014

5 coisas que não dou a mínima – Titi Müller

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Nossa participante da vez da tag “5 coisas que não dou a mínima” é dessas garotas que representam muito bem o #girlpower: Titi Müller! Ela é apresentadora, atriz, estilista, feminista, linda e gente boa pra caramba. Precisa de mais?

Ela ficou nacionalmente conhecida depois de ser VJ da MTV durante 5 temporadas. Lá, ela apresentou alguns programas como o Acesso MTV, Podsex e MTV sem Vergonha, esses dois últimos, ela falava sobre sexo, com a naturalidade que o assunto pede e, principalmente, abordava o tema de um ponto de vista feminista e por conta disso, a gente tem certeza que Titi ajudou muita garota a se descobrir sexualmente, a se permitir e a não aceitar nada na hora do sexo só para “agradar” o outro. Amamos também quando Titi  fez uma coleção inteirinha no começo desse ano, para a marca Liverpool, chamada La Dolce Vita! Uma coleção totalmente “off” tendências, em que ela realmente desenhou o que gosta e usa. O resultado? Peças com carinha retrô e ares sessentistas. Como se tudo isso não fosse suficiente pra ela ser uma mina foda, esse ano ela também estreou nos cinemas com uma participação no filme de comédia Do Lado De Fora.

Hoje ela é apresentadora do canal Multishow, onde cobre as transmissões ao vivo do canal e também apresenta o programa de viagens “Anota Aí” que é uma volta ao mundo em 40 dias mostrando 10 dicas que fogem do comum e são mega úteis, como por exemplo: 10 pizzas de encher a barriga. Aí a gente viu vantagem.

Agora vem ver as 5 coisas que a Titi não dá a mínima e vê se rola aquela identificação!

titi-muller2

1. Ser tirada pra puta

Isso acontece desde antes da minha primeira aparição na MTV falando “pinto”, em 2009. Sempre dei para quem eu quis e boa parte das vezes na primeira, falei sobre sexo sem pudores a vida inteira e não sinto nenhuma culpa em relação a isso. Se isso é ser puta, ok, sou puta! O que me deixa ~puta~ é quando vem um cretino e fala isso de um jeito escroto e machista, me reduzindo a apenas esse tema. Mas na maioria das vezes, pra mim, puta não é ofensa. É característica.

2.Tendências

Tenho o mesmo estilo retrô sessentinha desde sempre. Aos 13 anos aprendi a costurar e passei a usar vestidos confeccionados por mim, todos muito parecidos. Meu eu armário é tão monotemático quanto o da Mônica: apenas vestidos com a cintura alta marcada e saias rodadas. É o que me favorece, me sinto confortável e desafio alguém a me convencer a usar uma calça saruel, mesmo se ela voltar com tudo no inverno 2016 e virar item “obrigatório”. Só a palavra “obrigatório” quando estamos falando de roupas já me dá enjoo.

 3.Gafes ao vivo

Recentemente soltei um “caralho” na transmissão do Paul Mccartney no Multishow. Foi um caralho feliz, estava mega emocionada por estar na cobertura do show do meu maior ídolo. No dia seguinte alguns sites noticiaram a “gafe”, dizendo que meu áudio vazou e deu para me escutar xingando e falando palavrão. Amigos jornalistas: eu sabia que estava ao vivo e aquilo não foi um piti. E não foi a primeira vez nem será a última vez que ganho “aspas” por falar palavrão. Imprensa limitadaZzzzZ

 4.Pagar a conta

Paguei muita conta do casal sozinha e quando tenho condi$ões não dou a mínima. Essa vida é uma montanha russa e não me importo que paguem pra mim também, principalmente quando a vaca está magra.

 5.Fiscal de cu

A natureza é perfeita e deu apenas um orifício anal para cada indivíduo para que todos cuidem do seu e de mais ninguém. Amplio aqui o conceito de cu para tudo: aparelho reprodutor, peso e escolhas amorosas. E cuidado: existe muito fiscal de cu disfarçado de amigo querendo aconselhar. Recomendo atenção.

Para acompanhar a Titi: Instagram // Twitter // Facebook

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

 

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
325 views

17 de dezembro de 2014

Primeiramente boa noite #50 – Força, foco e fé

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Gian Lucca:

#50

Antes de falar sobre as mandingas de ano novo, queria dizer pra vocês que cara, não saiam jamais com teu ex-pseudo-romance, ainda mais se for conhecer o novo parzinho dele. O clima é agradável mas você continua solteiro, né? Anteontem mesmo pensou que de repente podia ser legal instalar o Tinder pra ver as novidades. Não. Pare. Mesmo se receber uma mensagem com proposta de uma cerveja não vá. Cilada, cilada, cilada.

VIVA A PAZ MUNDIAL

Roupa branca na virada? Eu tô cagando baldes pra paz mundial. Não faz sentido nenhum usar roupa toda branca no ano novo. Se você for pelo método das cores, usa sei lá, um verde pra ter aí uma esperança. Ou um azul pra saúde. Mas cara, branco pra paz mundial? Depois de 2014? Tá de brincadeira.

COMER LENTILHA

Vi num site o seguinte: “Ignorada solenemente durante o ano e desprezada diante do onipresente feijão, a lentilha se vinga no Ano Novo e vai para o prato de todos aqueles brasileiros que desejam que o ano que se inicia, seja próspero.” Vale comer se tiver? Vale comer se tiver. Vi em outro site: “Cada 100 gramas de lentilha seca cozida contém 127 calorias.” Ou seja, lentilha não é uma coisa gorda e é isso que queremos no próximo ano: emagrecer até aparecer a saboneteira.

NÃO PODE COMER FRANGO

Ele cisca pra trás e pra trás a gente sabe que é perrengue. Preciso dizer mais alguma coisa?

ROUPA ÍNTIMA

Antigamente tinha que ser amarela a calcinha ou a cueca, pra trazer dinheiro. Hoje a galera tá inovando e tem todas as cores, cada uma com um significado. Paixão, sexo e tudo isso aí diz que é a cor vermelha. CUIDADO com a cor vermelha, ela pode ser brochante pro parceiro/parceira.

TRÊS

Comer três uvas na virada e fazer um pedido pra cada uma delas é uma mandinga tranquila, não custa fazer. Tem também a de dar três pulinhos com uma perna só (a direita), mas vai ser esquisito não cumprimentar quem estiver do seu lado porque você tá lá, dando pulinho.

AMARELO DE NOVO

Enquanto escrevo tô fazendo uma pesquisa aqui e falaram que tem que ter qualquer coisa amarela na roupa que você vai usar na virada. Gente, usa. Não custa.

AMOR & SEXO

A primeira pessoa que você tem que cumprimentar na meia-noite é a do sexo oposto, pra trazer sorte. Se você é gay, cumprimente alguém do seu mesmo sexo que também deve funcionar.

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE 2015

É o ano da justiça

Você deverá ouvir mais o seu coração na hora de tomar decisões do que ficar julgando o que é certo e o que é errado.

Será redigido por Marte

Principal dia da semana é a terça-feira. De cor vermelha, protege os nascidos no signo de áries e escorpião. Cuida também dos que buscam emprego. Brigado senhor! Manjericão, tabaco, cactos e alho são algumas das ervas/vegetais do ano.

2+0+1+5=8

Esse é o número do ano de 2015, o chamado também de ano da renovação. O número 8 pode ser dividido sempre em partes iguais, por isso toda coisa da justiça. O signo que ocupa a oitava casa zodiacal é escorpião e com a energia desse signo vamos “tranformar qualquer metal em ouro”. Inshalá.

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura Gian_5

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
726 views

16 de dezembro de 2014

Sempre mais sororidade: A real mudança é por amor e não por didatismo

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Pollyanna Assumpção:

sorriso de monalisa 01

Semana passada rolou a “treta” da Anitta versus Pitty. Achei tudo um grande equívoco. Achei que as pessoas lidaram com isso de forma afobada e extremamente preconceituosa. Mas vamos parar pra pensar um pouquinho? A galera na internet está mais preocupada em gerar cliques que provocar uma discussão real sobre um assunto. A história todo mundo já conhece: Anitta e Pitty estavam em um programa de televisão. Anitta disse que as mulheres querem ser iguais os homens até no que não presta, Pitty disse que as mulheres podem ser o que quiserem. Imediatamente os times se formaram e o #teamanitta disse que Pitty era feminazi e o #teampitty disse que Anitta era uma machista. Em vez de simplesmente analisarem os argumentos, a polícia da internet já criou uma rixa entre as cantoras e falando que a Pitty devia esculachar Anitta. E olha, se você defende o feminismo e também defende que uma mulher deve escrachar a outra, acho que talvez você esteja com um conflito de conceitos. Por que Pitty deveria humilhar ou ofender outra mulher se ela se assume feminista? E por que você deveria?

A nova feminista do momento é a Taylor Swift e ela é um exemplo clássico de como as pessoas mudam de ideia. Hoje, as pessoas que estão exaltando suas novas músicas e suas novas declarações defendendo o feminismo, são as mesmas que anos atrás a ofenderam porque ela disse que não se considerava feminista. São as mesmas que já fizeram piada porque ela trocava sempre de namorado e “não conseguia segurar um homem”. Taylor cresceu, fez novas amigas, hoje anda por aí abraçada com Lena Dunham, Lorde, comemorando aniversário com Beyonce e foi impossível pra ela conviver com essas pessoas e não mudar sua visão de mundo. Quantas amigas e amigos já não me falaram que conviver comigo mudou a visão deles sobre muitas coisas e até seus próprios comportamentos? Quantas pessoas não foram diretamente responsáveis por eu ter me tornado um ser humano melhor nos últimos anos? E não foi porque essas pessoas falaram que eu deveria ser assim ou assado. Acredito na mudança por amor e não por didatismo. Deixar uma pessoa se aproximar de você e aprender com ela porque você a ama e admira é muito mais simples e efetivo que dar “aulas” sobre assunto. Duvido muito que Lena tenha chegado pra Taylor e a escrachado porque ela era machista. A gente aprende com quem a gente ama e respeita. A gente aprende por convivência e por exemplo de vida. Mas a gente aprende.

o sorriso de mona lisa 02

A gente aqui no GWS bate muito na tecla da sororidade, da desconstrução diária que o feminismo nos provoca, do “apoie as irmã”, da autoestima e da aceitação. Pra mim esses casos que eu citei são exemplos claros de sororidade. Nós mulheres somos reprodutoras de um sistema opressor e é normal que a gente esteja tão inserida nele que não se dê conta de como estamos ajudando ele a sobreviver. Por isso é nosso papel diariamente se questionar em nossas próprias atitudes. Mesmo que a gente não concorde com algumas coisas, a auto avaliação é sempre importante. Anitta ainda é uma menina. Uma menina peituda e coxuda que fica linda de mini saia e sabe disso e usa isso a seu favor e que está fazendo sucesso pra caramba e ganhando um super dinheiro. Anitta além de ter uma origem social completamente diferente da Pitty, tem uma linha de trabalho mais diferente ainda. Mas isso não significa que ela seja mais “vadia” ou menos inteligente que a Pitty. Elas são mulheres diferentes, de origens diferentes, experiências diferentes e carreiras diferentes. Mas são tratadas pela mídia exatamente da mesma forma: como objetos. Lembro que no Rock in Rio durante o show da Pitty os comentários que mais víamos na mídia era sobre o corpo da Pitty. Ela estava mais gorda? Ela estava mais magra? Ela estava mais velha? Mais bonita? Ela era gostosa? Abrimos sites de fofocas e todas as notícias começam com “mais magra, fulana surge em festa”, “mais gorda, fulana passa dias em um SPA”. Pitty acabou de lançar um álbum novo, venceu uma depressão, passou por uma fase problemática e por conta DISSO emagreceu muito e mesmo isso tendo sido resultado de uma situação complicada, tudo que ela mais escuta agora é como está linda magra. Mais que ninguém, ela sabe o que é ter sua aparência e sua conduta escrutinada pela imprensa punheteira. Mesmo sendo uma artista conceitualmente tão diferente da Anitta. Pitty sabe como é. Pitty entende.

sorriso de mona lisa 03

Meu conselho é: Não desista daquela sua amiga que reproduz discurso machista. Todas nós podemos mudar e você mesma, levou um tempo para se tornar o que é hoje. Todas nós podemos acordar e percebermos que estamos sendo preconceituosas de alguma forma. Jogamos nossas inseguranças em cima das pessoas ao nosso redor e colocamos nelas nossas expectativas. Mas isso não significa que a gente não possa aprender com nossos erros e percebermos onde podemos melhorar. Pitty sabe disso e por isso jamais apoiou os pedidos de “acabe com a Anitta” como tanta gente na internet pediu pra ela fazer. Ela sabe que o caminho real de uma feminista é  ser uma amiga foda e mostrar pra ela como a vida é livre do lado de cá do feminismo. Anitta não precisa de esculacho. Anitta precisa de sororidade.

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura Pollyana

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
571 views

15 de dezembro de 2014

Os filmes do John Hughes que marcaram a minha vida (e provavelmente a sua também!)

Por Carol Guido / carol@girlswithstyle.com.br

Se você viveu sua infância ou adolescência entre os anos 80 e 90, John Hughes com certeza teve alguma influência na sua vida. Mesmo que você não saiba.

Este cara foi responsável por diversos filmes, seja dirigindo ou sendo roteirista, que moldaram a forma que os jovens (xóóófens haha) eram retratados nos cinemas durante estas duas décadas. Ele criou um humor próprio e muito acertado, diálogos altamente reais que a gente conseguia mesmo se relacionar, uma linguagem única e as histórias em si cheias de reflexões maravilhosas sobre a vida. Ferris Buller que o diga.

Como eu ando revendo filmes dele ultimamente, e cada vez que assisto, é ainda mais legal, separei aqui os títulos que acho que vale a pena dar uma atenção. Seja pra conhecer o trabalho do cara, seja pra fazer uma sessão nostalgia, tenho certeza que você não vai se arrepender.

filmes-john-hughesBreakfast Club / Clube dos Cinco

Melhor filme dele na minha opinião. John Hughes escreveu e dirigiu esta história de cinco adolescentes muito diferentes entre si, que tiveram que cumprir um dia de detenção na escola em que estudam e por conta disso tem que passar o dia todo juntos, convivendo com suas diferenças e similaridades que eles nem imaginavam.

Os valores que o filme passa são apenas sensacionais, é algo lindo de se ver.

Por favor se você ainda não conhece, vai asssitir. Mudou minha vida. E tem no Netflix.

 

Ferris Buller`s Day Off / Curtindo a vida adoidado

Páreo duro com “Clube dos Cinco”, este filme também poderia ser considerado o melhor dele. Mais uma vez, Hughes atuou como escritor e diretor.

Em “Curtindo a vida adoidado” o personagem principal, Ferris, consegue ser o cara mais engraçado, carismático, merdeiro, inteligente e reflexivo ever. E isso tudo porque ele tira um dia pra matar aula com a namorada e o melhor amigo em grande estilo.

Acho que todo mundo já viu esse, mas se você não viu, sério. Para de ler agora e vai ver.

 

Home Alone / Esqueceram de mim

Em “Esqueceram de mim” John Hughes foi roteirista e produtor. A ideia pro filme surgiu quando ele tava dirigindo “Quem vê cara não vê coração”, que também é com o MaKaulay Culkin.

Como não se emocionar ao lembrar de Kevin passando loção no rosto e fazendo aquela cara de susto épica? E saltitar de empolgaçnao com ele criando armadilhas pros bandidos? E quase morrer de medo de tudo ir por água abaixo quando ele acaba caindo na mão dos caras?

Apenas faça um favor a você mesmo e reveja este clássico. De preferência na semana do Natal, pra ficar assim, bem completo.

 

Pretty in Pink /A Garota de Rosa Shocking

Mais bobinho que os dois primeiros, mas eu adoro. Conta a história de uma garota que vive um triangulo amoroso entre o melhor amigo e o garoto mais gatinho da escola.

Amo o personagem do melhor amigo, vivido pelo Jon Cryer. E a garota também é bem legal, estilosa, criava as próprias roupas, era bem independente e não ficava tentando mudar a si mesma pra se adequar.

Mas tem a parte cliché, e a atração que ela sente pelo garoto popular. Ainda assim vale muito a pena.

Um detalhe importante: o final não é o que o John Hughes queria que fosse. Então, ele fez uma história similar, com o final que ele queria, que virou filme um ano depois. É o último aqui da lista. ;)

 

Sixteen Candles / Gatinhas e Gatões

É o menos legal desta lista, mas ainda assim eu acho que vale a pena ver. Porque mesmo com o conflito principal sendo fraco (garota normal apaixonada pelo cara mais popular da escola), acho que traz boas reflexões e principalmente críticas.

Você provavelmente vai conseguir notar o machismo gritante em diversas cenas e como elas tinham passado batidas quando vimos ainda adolescentes. Acho este exercício de olhar pra trás bem interessante.

Outra coisa legal é fazer uma analogia com o filme da Emma Stone, “Easy A”. Não dá pra falar muito mais que isso sem soltar spoilers.

E, sei lá, ele arranca umas risadas, dá uma nostalgia boa, essas coisas.

 

Some Kind of Wonderful /Alguém muito especial

É o único destes todos que eu ainda não vi, mas fiquei mega curiosa quando soube que tinha o final que eu queria ter visto em “Pretty in Pink”. Conta a história de um garoto que vive um triangulo amoroso entre a garota mais popular da escola e a melhor amiga dele. Deve ser bem fofo. Alguém já viu?

 

E esta é minha lista! Será que faltou algum? Espero que não! Me contem nos comentários o que vocês acharam dos filmes, se já tiverem assistido. E se não, pelo menos os três primeiros me promete que você vai dar uma chance? Eu ouvi SIM? Ok! hahahaha

PS: A Lully também fez este vídeo sobre o John Hughes que recomendo muito assistir. Ela indica 3 filmes essenciais dele, que estão nesta lista, mas como ela entende muito mais de cinema que eu, não vai ficar repetitivo. ;)

assinatura-Carol_11

Tags:

comentarios

  • Compartilhe: