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27 de março de 2015

Três marcas Plus Size para conhecer já!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

Já fiz um post aqui sobre Três marcas estilosas e com opções plus size e sempre que eu encontrar novidades vou compartilhar aqui com vocês, porque eu sei bem como é difícil achar no Brasil, peças quando você passou do manequim 42. E o problema vai além disso, né? Porque além de ser difícil encontrar peças grandes, é difícil encontrar peças grandes e estilosas. O post de hoje tá aqui pra isso! Confere minhas três dicas de lojas:

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- Elegance

Quem segue a gente no instagram (segue aí! @girlswstyle) viu que recebemos o catálogo lindo da Elegance. Super me apaixonei pela marca que além de ser exclusivamente Plus Size, tem peças super modernas, um corte impecável e modelos super originais. Gosto principalmente dos vestidos, das peças em jeans e alfaiataria. Os tamanhos vão do 42 até o 54. Vale conhecer!

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- Marisa

Todo mundo conhece a Marisa mas eu ainda não conhecia a linha Plus Size deles. Mas tive uma surpresa boa. Estão investindo legal, se preocupando em fazer peças atuais e o que eu mais curto: Fazem lingerie! Quem veste tamanho grande sabe o sacrifício que é encontrar um sutiã que o peito não “escapole” por baixo (ou por cima) ou uma calcinha que não marca. E na Marisa tem! A coleção de outono tá incrível e tem a linda da Fluvia Lacerda como garota propaganda ❤ Legal que dá pra comprar online também. Os tamanhos vão até o 54 na maioria das peças.

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- Kiss Flower

Conheci a Kiss Flower essa semana e já gamei na coleção toda! As peças são muito atuais, super ligados nas tendências e os cortes são super modernos. Legal também que eles investem nos materiais como por exemplo o neoprene e o resinado.O instagram deles também é super inspirador e vira e mexe tem look da linda da Ju Romano por lá.  O tamanho vai até o 54 e das três marcas que citei aqui, acho a Kiss Flower a mais jovem e com pegada descoladinha e você pode comprar online!

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24 de março de 2015

Sobre conhecer e explorar seu próprio corpo (e não sentir nojo dele)

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Pollyanna Assumpção:

gws-polly-seu-corpo

Já pararam pra pensar em quantos tabus existem ainda sobre o corpo feminino? Como em pleno 2015 ainda tem mulher que não sabe muito bem como as coisas funcionam exatamente em si mesmas? Em como desde pequenas somos ensinadas a disfarçar nosso corpo e as coisas que acontecem com ele? Lembro da primeira vez que tive curiosidade pra saber como era minha vagina, peguei um espelho e olhei e tomei um susto. Eu devia ter uns 10 anos. Logo depois, fiquei menstruada. Tive a sorte de ter uma criação razoavelmente liberal, sem medo de fazer as perguntas erradas, nem fui oprimida sexualmente pela minha família. Sexo aqui em casa era consequência da vida e ficar menstruada uma consequência de ser garota. Mas o mundo não trata as meninas de forma liberal. E então, começam as paranoias desde cedo nas nossas vidas.

Enquanto a masturbação masculina por exemplo é motivo de piada em grupos de amigos, em família, na TV e nos filmes desde sempre sendoconsiderada a coisa mais comum do mundo, a masturbação feminina nem é levada em consideração. Enquanto o rapaz desde novinho já sabe que mexendo no pênis vai acontecer alguma coisa diferente e convive com a ereção matutina, a mulher nunca é estimulada a conhecer sua vagina. Todo homem já conversou sobre masturbação entre amigos, contam com orgulho seus recordes, trocam truques, falam de quando começaram. E nós, mulheres? Eu não faço a MÍNIMA ideia de quando minhas amigas mais próximas e antigas descobriram a arte da masturbação e elas também não sabem sobre mim. Porque sim, nós fazemos. Mas é segredo.

aspas-polly-corpo

Porque não é algo considerado comum entre as mulheres. A masturbação masculina é justificada com o fato de que “homem pensa em sexo o tempo todo” mas a feminina, opa… mulher não pensa em sexo né? Mulher não quer dar aquela relaxada antes de dormir, mesmo que sozinha. Mulher não precisa se dar prazer, ela tem que esperar quietinha e fofinha até chegar o príncipe no cavalo branco e com seu pênis ereto pra dar prazer a ela. Porque a mulher precisa que alguém dê prazer a ela, ela não é ensinada a criar o seu próprio.

Ainda sobre isso, mas com um assunto ainda mais simples: menstruação. A menstruação não é vista como algo simples e natural. Ela é tão disfarçada, que até em anúncios de absorvente eles usam uma água azul pra representar o fluxo. Nós falamos que “estamos naqueles dias” e pegamos o absorvente discretamente da bolsa para ir trocar no banheiro. Alguns desses absorventes são tão “cheirosos” que disfarçam a tão temida menstruação até de um cão farejador.

Mulheres menstruam sangue. Sangue é vermelho. Não é sujo, não é fedorento, é natural. Não dá para admitir que algo tão natural, seja tratado como algo vergonhoso. Por causa dessa cultura, muitas mulheres tem nojo do seu fluxo menstrual. Gata, não tenha nojo de si mesma. Não deixe que a sociedade diga que qualquer coisa no seu corpo é nojento. Nem sua pele, nem sua vagina, nem seus fluídos, nem seus pelos, nada disso é nojento. Tudo faz parte do que você é.  A indústria quer ganhar todo o dinheiro possível em cima do que você é. Então ele tenta te convencer a gastar fortunas pra disfarçar tudo o que ele pode inventar que é nojento.

A menstruação é apenas sangue, algo normal que acontece com toda menina ao longo da vida. E é absurdo que ainda estejamos tentando desmistificar esse fato em pleno 2015. Muitas meninas sofrem pelo uso de absorvente. Algumas tem a pele muito sensível e o material causa diversos tipos de alergia. Eu desenvolvi muito novinha uma alergia a esses absorventes e a melhor escolha pra mim, foi absorvente interno que é feito completamente de algodão e não tem cheiro. Algumas mulheres usam o coletor, que tem sido visto como uma alternativa que fica de bem com seu corpo e a natureza, já que evita acumulo de lixo e não é descartável e sim lavável.

Você não precisa gostar de usar coletor, você não precisa deixar de usar sabonete íntimo se te faz sentir bem. Lembre-se sempre que fazer o que se gosta pra se sentir melhor é uma questão pessoal e nem todas as mulheres são iguais. Mas antes de qualquer coisa, seu corpo é seu bem mais precioso. Não sinta nojo de si mesma. Só é possível levar uma vida completa quando nosso maior amor é amor próprio.

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23 de março de 2015

Primeiramente boa noite #57 – Pão na chapa

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por: Gian Lucca

#57

Eu sei que tô atrasado. Pior do que estar atrasado com os compromissos da semana é não avisar ninguém que vai atrasar. Essa é uma das coisas que o Rio me ensinou: segue o flow e se importa com a vibe. A galera tem um excesso de vibe absurdo e as vezes eu sinto falta disso em São Paulo. A ponte aérea deu uma diminuída porque a gente sabe, só agora temos uns freelinha mais ou menos.

Ontem eu saí pra boate pra fazer uma pesquisa de mercado. Queria saber o que tinha de gente solteira, de gente namorando, se o frio já chegou de fato, se a galera ainda faz um negocinho gostoso no banheiro, se a fila é legalize, essas coisas. Decepcionei, claro. Galera pega 87 na noite, até aí tudo bem, eu também sou sem critério, mas assim, investir em um pra levar pra casa não existe mais? Galera só quer ficar dando beijinho? Pegação na parede é gostoso e legal, mas aí dorme solitário? Cheguei em casa 4:30am e assisti Babilônia, sabe isso? Dormi desgostoso. Gasta mínimo 30 reais de táxi, gasta mínimo 60 na night, uns 20 na larica. São 110 reais pra dormir sozinho? Ai cara, para de ser burro, assina Netflix por 15 reais por mês e fica de boa.

Outra coisa que esqueci de falar é o quanto os que namoram estão soltos. Eles olham, passam esbarrando e são capazes de sugerir um brunch. Não é suficiente ter garantido o almoço e a janta, tem que arriscar o brunch. A verdade é que traição hoje tem vários lados e a história, pelo menos pra mim, é a mesma: tá comigo ou não tá comigo.

Dentre os milhares de emails que recebi na última semana (pior que foram muitos, histórias maravilhosas, cês tão de parabéns hahahaha só perrengue do bem), recebi um de uma leitora que me perguntou o que eu assisti recentemente e achei muito legal. Aleluia alguém me deu alguma ideia do que escrever. Vou botar então aqui um top 3:

The Casual Vacancy: achei muito legal a minissérie baseada no livro da J.K. Rowling. São três episódios de uma hora e fiquei doidão logo no primeiro. Eu não li o livro pra fazer a comparação, mas li que até que foi fiel ao livro. Consegui baixar tranquilo e também achei pra ver online, só dar uma caçada.

The Culture High: eu tô um pouco entusiasmado com o tema cannabis e comecei a ver várias coisas pra entender melhor a história desse matinho tão lindo e tão polêmico. O documentário tem no Netflix e achei muito bacana, conta a história desde o começo, faz entender da onde surgiu o preconceito bizarro que ronda a maconha há anos e mostra que, em breve, não é possível que não seja legalizada no mundo todo. Ela faz bem e os estudo comprovam isso. Assistam, quero muito fazer um post só sobre isso, quem sabe semana que vem.

Better Call Saul: tem gente falando que não tem nada a ver com Breaking Bad, e eu digo: cara, não faz o menor sentido assistir Better Call Saul sem ter assistido BB. Demorei pra entrar de cabeça na história e entender o enredo do advogado Goodman, mas entrei e é muito legal. Tem no Netflix também, investe até o episódio 7 que vai valer a pena e depois vai que vai

Adeus

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20 de março de 2015

A cor do ano 2015 Marsala é perfeita para o inverno!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

Desde os anos 90 a Pantone tem como tradição selecionar “a cor do ano” e essa cor é usada na indústria da moda, cinema, decoração, publicidade… A Pantone é uma empresa conhecida no mundo inteiro por seu sistema de cores, criado em 1963 e utilizado até hoje como referência em gráficas. Todos os anos, a empresa lança um guia de cores baseado na luminância, ou seja, são várias cores que variam entre tons mais claros e mais escuros. A Pantone é uma das maiores ditadoras de tendências no universo da moda e do design e eles escolhem as cores observando as pessoas, os comportamentos, a sociedade, o consumidor. Com esse trabalho de “coolhunting” detectam preferências para o próximo ano. Um trabalho de muita pesquisa.

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Para 2015 a aposta deles é a cor marsala! O tom, que fica entre a cor vermelha e a cor vinho, puxando para o marrom, leva o nome de um vinho italiano, e na verdade pode ser considerado um revival da cor “burgundy” que a gente viu há algumas temporadas atrás.

As cores possuem energia e capacidade de transmitir sentimentos. A marsala estimula a confiança e estabilidade e por ser uma cor quente, tem um ar de mistério, elegância e sofisticação. A cor também funciona super bem nessa onda normcore, já que ela fica perfeita combinada com as cores básicas branco, preto e cinza e perfeita com jeans.

O que eu mais gosto na cor é que ela ilumina e levanta qualquer look e sempre dá aquela pitada glamurosa, mesmo se for em uma combinação de t-shirt e calça jeans.

Curtiu e já quer marsala no seu guarda-roupa? A pouco tempo, o shopping virtual Shoes4You entrou em contato com a gente sobre possíveis parcerias. E eu adorei conhecer o site porque lá tem muita coisa legal! O diferencial é que não é só uma loja de roupas online, mas um agregador das melhores lojas, ou seja, a Shoes 4 You já faz a curadoria pra você. Nele você pode pesquisar em várias lojas virtuais diferentes. Das pequenas às grandes, das mais baratas até as mais carinhas. Por isso, ele é perfeito para essas buscas específicas. Olha quanta coisa Marsala achei por lá:

gws-publi-shoes-4-you-marsala-vitrine

1- Tênis Nike Wmns Air Max 90 Essenti R$ 399,90

2- Calça Sarja Coca Cola Jeans Skinny R$ 198,00

3- Bolsa DAFITI ACCESSORIES R$ 179,90

4- Sapatilha Moleca R$ 69,90

5 - Short Sarja Colcci Reta Daria R$ 104,99

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19 de março de 2015

Nem gorda, nem magra

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

Eu sou uma pessoa 8 ou 80. Ou eu gosto, ou não gosto, ou faço algo exatamente como eu quero, ou não faço de jeito nenhum, ou eu como uma pizza inteira de chocolate branco com morango ou não como nem uma fatia.

Talvez por conta dessa característica da minha personalidade os deuses resolveram colocar no meio termo de tudo da vida, pra eu sofrer mesmo esse karma. O que os deuses chamam de meio termo, eu chamo de limbo. Não sou rica, não sou pobre, não sou super inteligente, não sou burra, não sou capa de revista, não sou feia, não sou gorda, não sou magra.

nem-gorda-nem-magra

Eu fui uma criança beeem gordinha. Não só gordinha mas alta e com pé grande. Hoje, tenho 1,73 e calço 39, mas ainda criança, calçava 37 o que me deixou no limbo. Eu era louca para ter a sandália da Xuxa, mas não existia do meu tamanho. Eu não encontrava sapato de criança e não era adulta pra gostar e usar sapato de gente grande. Eu nunca brinquei nos brinquedos do McDonald’s porque era alta demais pra eles e uma vez, na banca de jornal, enquanto eu comprava a revista da Mônica quando eu tinha 10 anos, a jornaleira me disse que eu já tinha idade pra ler Capricho. Ela achou que eu tinha 13. Eu não entendia muito bem porque todos os meus amigos podiam aproveitar o mundo infantil e eu recebia olhares de reprovação. Eu mesma, ficava na dúvida aonde eu me encaixava.

Quando eu cheguei na adolescência, eu continuei sendo bem gordinha e mais alta. Mais alta que todas as meninas do meu colégio, mais alta que a maioria dos meninos. Lembro que minhas amigas se emprestavam roupa, e eu nunca era incluída naquilo.  Depois dos 19 anos, minha vida virou uma montanha russa de emoções em forma de quilos. Eu fiquei bem magra, bem magra. Do tipo que as pessoas pedem dicas de dieta. Essa minha primeira perda de peso não foi nada saudável. Eu tomei remédios que me deixavam com cara de zumbi (eu também me sentia um zumbi), zero libido e acordava no meio da noite com o coração disparando. Mas as pessoas me achavam linda, me elogiavam e eu fiquei nessa de me envenenar durante alguns anos afinal, eu ainda não me via magra, não me sentia magra. Na minha cabeça eu ainda não parecia com as minhas amigas. Magrinhas e pequenas. Na Farm eu ainda vestia G, ainda tinha coisa que não servia. Aliás, isso é um clássico. Não servir. O que é esse tamanho G da indústria? Não faz sentido você ficar deprê por não caber em uma calça que claramente, o tamanho não é o que diz na etiqueta. É a moda brasileira que precisa urgentemente começar a ser mais inclusiva. Voltando aos remédios, eu não parei porque eu quis. Eu parei porque simplesmente eles pararam de fazer efeito e em 6 meses, vi minha calça 38 virar 42.

Dos 19 aos 25 anos eu usei: 38, 40, 42, 44, 42 de novo, 44, 46, 44, 46. Mas mesmo assim, nunca fui obesa e sempre estava lá, no limbo. Gorda demais para lojas que eu babava assistindo no SPFW, magra demais para as lojas plus size. Era a gorda das minhas amigas magras, a magra das minhas amigas gordas.

Lembro que uma vez uma amiga obesa me disse: “Ai se eu tivesse o seu corpo seria tão feliz” e uma semana depois ouvi de outra amiga: “Nuta se você emagrecesse ficaria muito gata”. Não sabia o que sentir, se ficava feliz por ter o corpo que minha amiga obesa desejava, ou triste porque minha amiga magra me achava gorda. “Grande” é a definição que mais escuto na vida.

Não ser considerada nem magra, nem gorda, não é nada prático. Os biquinis P, M, G não cabem no meu peito, o modelo plus size sobra.  Nas lojas as roupas ficam apertadas, plus size, largas. Se falo que sou gorda, algum gordo me repreende, mas jamais me consideram magra. E eu sei lá, me acho uma sanfona sem definição. Lembro uma vez, em 2012, quando eu estava fazendo uma dieta super radical, malhando todo dia e fazendo drenagem, emagreci 12kg. Durante um Fashion Rio um blog tirou uma foto do meu look, e na descrição dizia que eu sabia me vestir mesmo não sendo magra. O texto era mega legal, mas eu estava na época me sentindo super magra vestindo 42, mas ainda não era o suficiente para alguns, mas para outros sim, porque quando postei a mesma foto no meu instagram, ganhei alguns: “Meu Deus, você tá magrinha!” Fotos são sempre um problema. Olho fotos antigas, em que eu na época me achava enorme e me acho magra. Confusão pura.

aspas-nem-gorda,nem-magraSó depois que passei dos 25 e fui me aproximando do retorno de saturno, passei a aceitar mais meu corpo. Mas não foi uma coisa que aconteceu assim, do dia pra noite. Eu tive que abrir minha cabeça para novas referências, parar de tentar me encaixar em um padrão. E hoje posso dizer que me sinto bem na minha própria pele, nem penso em regime, gosto de comer salada, frutas, alimentos saudáveis igual gosto de pizza e batata frita. Mas obviamente, como com equilíbrio porque não quero infartar. Faço exercícios porque gosto e me sinto bem depois que termino. Se não acho roupa, mando fazer, no drama. Quero mudar um monte de coisas, mas sei que estou longe de ser a pessoa que se odiava e queria se encaixar que um dia eu fui. Aceitação liberta. Mais que qualquer dieta.

Mas pra gente se aceitar, tem que ter representatividade, tem que sair do lugar comum. Não consigo me inspirar no instagram das blogueiras magras e tenho dificuldade de me visualizar nos looks das meninas que são muito gordas. A mídia só te mostra Adele ou Taylor Swift, aonde estou? Quero ver mais mulheres como eu. Na internet, na TV, nos livros, em Hollywood. Mas se a mídia não mudar, eu vou fazer a minha parte.

Parei de tentar me encaixar em algum padrão. Seja ele magro, gordo, sarado… cada corpo é único e se encaixar nessas gavetinhas não vai melhorar a minha autoestima. Nem a sua. O que a gente precisa mesmo é ter amor próprio e aprender como resolver nossas questões. Get your shit together sabe? Parar de se comparar como bem disse a Isa, é o começo. Depois disso, buscar novas referências, e criar as suas próprias, como eu falei nesse post. E finalmente, olhar pra dentro. Descobrir o que funciona pra você e que ninguém mais pode descobrir. Você é dona do seu corpo, da sua mente, e se conhece como ninguém. Use seu tempo descobrindo o que te faz feliz e transforma sua autoestima. Levei tempo para assumir uma postura que sempre acreditei: Não acho gorda ofensa, nem magra elogio, só características. E não faz mais nenhuma diferença pra mim onde vão me encaixar.

Como disse a escritora Barrie Davenport, ”Falta de confiança não é imutável. Podemos aprender a ter confiança, praticar e dominar, exatamente como qualquer outra habilidade. Uma vez que você domina, tudo na sua vida vai mudar para melhor.”

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