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17 de abril de 2014

Dica de app: Duolingo

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

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Nem todo mundo é assim, mas eu tenho uma vontade louca de aprender todos os idiomas do mundo pra poder criar laços com qualquer ser humano que apareça na minha frente. Dói minha alma quando viajo pra fora ou conheço algum gringo aqui no Rio e não posso falar tudo que tô pensando na hora. Quero poder conversar direito, saber o que aquela pessoa pensa da vida, quantos namorados ou namoradas ela já teve ou tem, se ela acredita em casamento, se ela acredita em Deus, se ela acredita em astros pop. E claro dar a minha opinião e argumentar sobre tudo isso também. Afinal não são só os brasileiros que merecem saber o quanto eu sou chata e sou semelhante a uma vitrola louca.

Por isso (e também porque eu fico facilmente viciada em qualquer besteira, tipo candy crush), eu fiquei instantaneamente com MANIA desse Duolingo. Qualquer espacinho livre que tenho no meu dia, uso pra dar uma praticada. Eu decidi fazer italiano agora, já que eu adoro a Itália e tenho alguns amigos por lá. E o melhor, pratico inglês E italiano ao mesmo tempo, porque eles não tem português/italiano.

O Duolingo está disponível como site aqui: www.duolingo.com/pt e dá pra fazer download do app pra android ou iPhone. Nem todos os idiomas estão disponíveis para aprendizado a partir do português, a maioria é a partir do inglês (mas aí né gente é só perseverar, aprender o inglês primeiro e depois ir em frente ;) o impossível não existe).

Além de estar aprendendo a ler, escrever, falar e entender pelo bendito App, tomei outras providencias pra praticar meu italiano. A primeira delas foi criar uma playlist só de músicas nesse idioma. Pretendo imprimir as letras e traduzir pra depois conferir também. Depois, fui caçar uns filmes italianos. Por fim, ontem tive uma ideia maravilhosa, mudei o idioma do meu Iphone, automaticamente, todos os programas mudam também e agora leio italiano o dia todo.

Pra quem ficou curiosa, essa é a minha playlist. E os filmes que tão na minha lista por enquanto são: Habemus Papam e La Grande Bellezza (vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro desse ano) que estão disponíveis pra aluguel lá no Apple TV. Sugestões de livros, filmes, música são extremamente bem-vindas hein, meninas?

Vale muito a pena! Pretendo chegar lá na Itália esse ano parlando molto <3.

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16 de abril de 2014

Primeiramente boa noite #23 – Tempo de ovos

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

Por Gian Lucca:

23

Nesse tempo chuvoso eu só quero pra sempre meu tapete de pêlos-creme-sintético, um Caetaninho na vitrola e aquele lá. Como sempre, eu falo tudo mas não falo nada. O pior é que a gente já é meio íntimo, vocês já sabem muito mais coisas. É engraçado isso da internet. Você conhece a pessoa sem conhecer. E na verdade nem precisa conhecer. Me lembrou o filme Her, que o cara se apaixona pela mina do sistema operacional. Puta filme. Não entrou pro meu top 3 porque é muito difícil bater Titanic, Outono em Nova York e Em Algum Lugar do Passado, mas bateu na trave. Queria ter chorado mais. Tem graça nenhuma amor que não sofre. Amor é sofrido até em música de axé, funk, rock. Tem que se foder.

Eu não tenho uma opinião formada sobre a páscoa. Acho bacana a parte dos ovos, mas costumo não trabalhar nessa área por uma opção de vida e saúde mesmo. Na verdade depende do ovo. Tem ovos que são gostosos, as vezes tem aquela diferença de cor. Não sei explicar. Mas é sempre bom aqueles ovos que tem uma surpresa. Macios. Todo mundo curte uma surpresa, uma zoeira. Mas é realmente um segmento que costumo não passar. Tô dizendo do corredor do supermercado, claro. Acho burocrática a coisa da carne, do corpo de Cristo e tal, mas tudo bem, eu também não como carne na sexta santa, no máximo um enroladinho de presunto e queijo, porque aí não conta. Misto quente pode rolar também. Não pode passar fome. A night da quinta só não pode ter larica no McDonalds, que fica ainda mais irresistível com essa promoção que você tira os selinhos e ganha mais comida. Cara, ninguém junta vários selos pra ganhar um carro. A gente curte o nuggets de 4. É sempre muito difícil quando chego no Mc pra fazer meu pedido: “Oi, quero um cheddar especial pão/carne/queijo com coca e batata grande. Ah, pode colocar um nuggets de 4 também. Débito.” Pensa num nuggets de 4. Toda semana a mesma coisa.

Dedinhos, da Eliana, foi meu primeiro vinil. Assim como meu primeiro cd foi da Débora Blando, que comprei junto com um do Charlie Brown Jr. Tempos depois lembro de ter comprado É O Tchan (do Havaí) e pouco mais pra frente Let Go, da Avril Lavigne. Ou seja, isso mostra que todas as músicas que você ouvia na infância não faz sentido nenhum na vida adulta. Melhor assim. Há quem diga que o primeiro cd comprado foi do Nirvana, outros vão ser mais verdadeiros e assumir que foi da Shakira. Isso é tão legal. Saber qual foi o teu primeiro disco/cd é muito legal. Outros mais clássicos vão dizer Sandy e Junior. Acho que preciso fazer um post só sobre essa dupla. A evolução de Sandyjunior. Sim, pra mim e pra 80% da população Sandy e Junior não são separados, são simplesmente Sandyjunior. Eles não comem, não bebem, não fazem sexo com pessoas. Eles são a lenda dessa paixão que pula, pula e pula, que faz um dig-dig-joy imortal nas quatro estações. Mãe, suspende o ácido do moço.

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15 de abril de 2014

Pra assistir: My Mad Fat Diary

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

my-mad-fat-diary

Comecei a assistir My Mad Fat Diary por motivos óbvios. A série se passa na Inglaterra, nos anos 90, onde uma adolescente acima do peso, fanática por Oasis relata toda sua vida em um diário. Tirando a melhor parte, a de morar na Inglaterra, poderia dizer que essa é quase a descrição da minha própria adolescência.

Mas falando sério agora. Estava faltando um seriado adolescente com um conteúdo mais sério, com questões psicológicas e conflitantes que abordasse os perrengues que a gente passa nessa época de aceitação, de autoconhecimento de descobrimento… Mesmo com todas essas questões psicológicas a série não perde o  humor e aquela pitadinha de futilidade que a gente curte! A série é inspirada no livro My Mad Fat Teenage Diary, da autora Inglesa Rae Earl. O que torna mais legal de assistir já que a série é inspirada em fatos reais.

Rae Earl é interpretada pela atriz estreante Sharon Rooney, que faz uma interpretação fantástica. Rae é uma garota gorda (uma das coisas que  faz a série ser especial é justamente o fato da palavra gorda ser usada sem medo) de 16 anos que acabou de sair de um hospital psiquiátrico para tratar problemas de depressão e ansiedade, que a levaram a fazer coisas muito graves contra ela mesma. Agora Rae está de volta a sua vida e amigos e tenta ver as coisas de uma forma diferente, encarar o mundo exatamente do jeito que ela é. É uma imagem clara do que é ser jovem, ter pensamentos mais profundos, mas também os clássicos da idade, como querer transar pela primeira vez, lidar com pais, ter de ser aceito na sociedade, viver um amor não correspondido e lidar com amizades antigas que já não funcionam como antes.

Os dilemas que ela tem que passar são basicamente os que qualquer adolescente enfrenta, mas aquela velha história, né? Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.  Rae não é magra nem bonita como sua amiga Chloe, mas compensa tudo isso com sua inteligência, atitude, humor e seu entendimento musical. Aliás a trilha sonora do seriado é um capítulo a parte. Pra quem como eu é apaixonada por rock inglês, o famoso britpop é absurdamente maravilhoso ouvir isso em um seriado!

A coisa já começa bem com a música de abertura. The Charlatans com One to Another. E a coisa só melhora… Oasis logo nos primeiros cinco minutos do primeiro capítulo depois tem Blur, Stone Roses… enfim, apenas maravilhoso.

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Além da música, para conseguir passar por essa fase complicada de ser uma adolescente, Rae faz terapia e escreve em seu diário. Uma das frases que ela disse durante uma sessão com seu psiquiatra relata exatamente o que garotas foram do padrão passam: “Eu definitivamente não sou feminina. Eu bebo. Eu xingo. Eu falo alto, eu conto piadas. Contar piadas é uma coisa de menino. E garotos não gostam quando meninas contam piadas porque assusta eles pensar que uma garota pode ser tão engraçada quanto eles.” Agora se você está se perguntando se tem gatinho, yes, temos gatinho! Finn Nelson interpretado por Nico Mirallegro faz bem esse papel.

My Mad Fat Diary é uma mistura perfeita de comédia e drama. Eu assisti os episódios um atrás do outro de tão envolvida que eu fiquei. Cada sessão de terapia às vezes funciona como sua própria terapia. Tem um episódio, da primeira temporada que o psiquiatra de Rae pede para ela lembrar dela mesma quando criança. E o que ela vê é uma criança feliz, que come sem culpa, alegre e livre. E mais uma vez, eu lembrei da minha própria história. Como absolutamente tudo que me fazia feliz na infância se tornou um problema e um fardo na adolescência? Aliás a série mostra bem isso. Como a indústria da beleza e os padrões da sociedade acabam com a autoestima feminina e muitas vezes não incentivam a gente a se cuidar mais com eles dizem e sim a simplesmente, odiarmos nossos corpos.

My Mad Fat Diary  tem primeira temporada super curtinha, como apenas 6 episódios, assim como a segunda. A terceira, ainda não foi confirmada. Você vê as duas temporadas fácil, fácil em um domingo de preguiça com pipoca.

A série ainda não é transmitida no Brasil e por ser uma série inglesa talvez nunca seja, então o jeito é ver pela internet mesmo. Mas garanto que vocês vão gostar e se identificar e muito com Rae. Quem sabe até resgatar o bom e velho diário de papel.

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