214 views

3 de julho de 2015

Voltamos a programação normal! Julho no Clube do Livro GWS: #GirlBoss

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

O clube voltou! AEEEEEEEEEEE!

Sem muitas delongas, mas sinto que devo uma explicação pra vocês. Os últimos meses foram muito conturbados pra mim, especialmente Junho. Mudei do Brasil pra Londres, saí do GWS (agora estou apenas como colaboradora) e precisava colocar minha cabeça no eixo. Por isso, não consegui nem pensar em ler e tive que fazer um recesso no clube.

Sei que foi meio ruim sem aviso prévio, mas eu achei que ia dar conta de tudo e ainda ler normalmente. Obviamente não foi isso que rolou.

Mas agora voltei com tudo, então olha só o primeiro aviso:

FINALMENTE TEMOS UM GRUPO NO FACEBOOK PRA CHAMAR DE NOSSO!

>>>> Acesse aqui <<<<

Pois é, muita gente vinha pedindo isso, mas eu hesitei pra caramba porque realmente não sabia se um grupo ia funcionar pro clube. “Como fazer pra deixar claro qual o livro do mês? Como conseguir ver todas as discussões sobre o mesmo livro? E se alguém quiser participar num mês e outro não? E se ficar confuso?”

Bom, muitas perguntas ficavam me rondando e ainda ficam. Mas acho que vai dar tudo certo, vamos arranjando as melhores soluções juntas, então conto com vocês pra deixar tudo organizado lá, tá?

girlboss-clube-livro-gws

E temos a nossa leitura de Julho escolhida! Vai ser #GirlBoss, da Sophia Amoruso, fundadora do Nasty Girl (loja online de roupas lindas).

Para saber mais sobre o livro, olha este resumo que tirei do Skoob:

Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.

A nossa leitura vai até o dia 31/07. Conto com vocês pra opinar bastante lá no grupo!

Bora ler?

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura-carolguido

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
698 views

2 de julho de 2015

Tire aqui, suas dúvidas básicas sobre o feminismo.

Por Girls With Style / gws@girlswithstyle.com.br

 

Por Pollyana Assumpção:

I-am-a-feminist

Circula por ae uns textos escritos por homens sobre questões básicas sobre feminismo que sempre me incomodaram justamente porque são escritos por: homens. Se eu tivesse que responder perguntas ou desfazer mitos sobre o movimento, o que eu poderia falar?

Elaborei então alguns temas sobre o assunto e pretendo resolvê-los da forma que acho mais condizente com a minha ideologia e da forma mais simples do mundo. Todas são convidadas pra acrescentar pontos ou discutir discordâncias.

 O que é feminismo?

Feminismo é a ideia fantástica de que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos. Percebam bem: mesmos direitos. Não significa que somos iguais. Ser igual é estar tendo nosso comportamento pautado pelo patriarcado. Ser igual aos homens é estar sob as regras que eles mesmos aplicam em suas vidas. No caso de homens e mulheres acredito que o melhor termo seria equidade. Equidade é quando dois grupos diferentes que tem valores diferentes, tem suportes diferentes para que ambos atinjam o mesmo objetivo. É tratar duas situações diferentes com justiça visando a igualdade. Querer igualdade sem mudar o sistema que vivemos é pensar como aqueles idiotas que falam “mimimi mulher não vai pra guerra, mulher não serve o exército, mulher não constrói muro”. Primeiro que mulher pode fazer tudo isso, e se vocês homens fizeram tudo isso pras vidas de vocês, lutem pelo fim do que vocês acreditam ser exploração e não encham nosso saco. Só é possível pensar em igualdade quando a sociedade não for criada em cima de um sistema que explora e oprime.

E homem feminista?

Homens não sabem o que é ser mulher e ponto final. Feminismo é papo de garota, é dividir experiência, é falar sobre si, seus medos, seu corpo, seus objetivos e sua luta. O máximo que homem vai conseguir falar sobre feminismo é uma opinião, um punhado de achismo, um livro de cagação de regras e eu já escrevi aqui antes sobre qual deve ser o papel dos rapazes no feminismo. Um homem nunca vai poder contar uma história de vida onde ele tenha sofrido algum tipo de violência por causa do seu gênero. Vai ter gente que vai dizer “mimimi mas homens são matematicamente as maiores vítimas de violência”. Nesse momento a gente volta ali pra primeira pergunta e relembra que os homens são basicamente responsáveis pela sociedade que agride e oprime, que manda pra guerra, que explora e transforma crianças em bandidos. Eles são maioria esmagadora nas cabeças dos governos, das empresas, na polícia, no exército, estão no controle de todas as vertentes que estão envolvidas na construção e manutenção da sociedade. Enquanto isso mulheres são estupradas por soldados da ONU em troca de água e comida, estupradas por soldados inimigos, mortas por ex-maridos que “não aceitaram o fim do relacionamento”, abusadas por estranhos nas ruas e tudo isso APENAS porque são mulheres. Existe uma diferença entre ser vítima de crimes comuns e vítima de crimes de gênero e de ódio. O homem que é assaltado não tem medo do assaltante do nada achar que é uma boa dar umazinha e mandar ele tirar a roupa. O que nos leva a próxima questão.

 Mas homem também é estuprado, Pollyanna.

É sim. Porque estupro não é sexo. Estupro é a forma hedionda de um homem mostrar pra uma mulher que tem poder sobre o corpo dela. É a forma grotesca de um homem mostrar pra outro homem que é mais poderoso que ele. É a forma que um homem tem de mostrar que é mais forte que sua vítima, que podem ser crianças, pessoas idosas ou incapazes de se defender devido a algum impedimento físico. Estupro não é sexo, estupro é demonstração de poder. O que me leva a próxima questão.

 Por que devemos pensar 2x antes de dizer que prostituição é escolha?

Porque é um engano achar que somos livres pra escolher qualquer coisa dentro do capitalismo que gera abismos sociais tão grandes entre nós. Quando eu penso em prostituição eu não penso nas modelos da novela da Globo ou na Bruna Surfistinha que era uma menina branca e rica que um dia resolveu fugir de casa porque brigou com papai e mamãe. Eu penso na mulher pobre e escravizada pela fome e pela necessidade de sustentar a si mesma e sua família que representa a maioria esmagadora das mulheres que se vendem nas esquinas. Penso na mulher que vende seu corpo em benefício dos homens e na menina ainda criança que se prostitui pra ajudar em casa ou forçada por sua família. Penso no homem que faz sexo com ela explorando seu corpo (o que eu considero estupro) e o homem que a explora na cafetinagem. No fim, é um homem que tira proveito do corpo daquela mulher. A prostituição pode ser uma exceção pra algumas mulheres mas é uma realidade dolorosa pra grande maioria. E se você que está lendo esse texto no seu smartphone caro ou com seu notebook no colo acha que a mulher que se prostitui poderia fazer qualquer outra coisa e que ela quis se prostituir porque era mais fácil, volte dez casas no seu feminismo e vá pro verbete EMPATIA. Aquela coisa bacana que faz você se colocar no lugar de alguém que não tem os mesmo privilégios que você e não vive na sua bolha.

 Pra ser feminista eu tenho que parar de fazer as unhas?

Pra ser feminista você não precisa ser nada além de alguém que consegue problematizar suas “escolhas”. Assim entre aspas porque não acredito em escolhas livres dentro da sociedade que te oprime pra se adequar o tempo todo. Todas as nossas escolhas são construídas socialmente e o mínimo que você pode fazer é pensar um pouco sobre o que te levou a achar que aquilo é “coisa de mulher” ou o certo a se fazer. Lembre-se que estamos o tempo todo reagindo ao nosso meio e que somos agentes de consumo. Não é errado pintar a unha, fazer dieta ou ser heterossexual se você souber que acha tudo isso normal porque foi normatizado pela sociedade e é o que ela espera de você. Errado é fechar os olhos pra problematização do porque nos comportamos de certa forma. Quebrar paradigmas tão antigos é uma longa jornada, externa e interna.

 Essas são as únicas questões que me importam?

Obviamente não. Se eu for escrever todas as questões que eu fico pensando sobre, não vai ter servidor que aguente o tamanho do meu texto. Mas acredito que as questões acima tem respostas nas entrelinhas que servem pra problematizar outras questões similares. A minha ideologia está dada e vocês podem concordar ou discordar. Mas lembrem que a sua experiência é só sua e ela não pauta a experiência do nosso grupo de mulheres como um todo. Somos várias e cada uma sofre opressão de um jeito. Mas antes de qualquer coisa lembre-se que feminismo é político e não é um produto. Não se deixe enganar por movimentos fofinhos que no final não mudam em nada nossa estrutura social e só mantem a mulher em papel secundário.

Não existe mudança real sem sacudir os pilares do sistema vigente. Lute.

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura Pollyana

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
426 views

1 de julho de 2015

Dermatite seborréica: Em busca de shampoos para a solução de cabelos com caspa!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

Não vou ser modesta aqui. Eu amo meu cabelo! Acho ele super lindo e tenho muito orgulho dele. Mas nada é perfeito e ele também me dá alguns problemas. Desde sempre eu sofro com dermatite seborréia, popularmente conhecida como caspa, é  muito mais do que aquelas “casquinhas brancas” que saem do couro cabeludo e deixam nossas roupas pretas sujas e nossos cabelos com cara de sem cuidado. As descamações provocam coceiras e vermelhidão, doem e incomodam e é uma tortura tentar se livrar delas.

Eu tenho a DS (sigla carinhosa para dermatite seborréia) com muita regularidade, ou seja, de tempos em tempos, tenho “ataques” de caspa, alguns períodos estou sem, períodos que estou com, mas tenho que estar sempre “cuidando”.  Isso porque não existe cura definitiva, mas a gente consegue, driblar alguns efeitos. Por conta disso, já experimentei muita coisa. Algumas funcionam, outras não e outras só durante um tempo. Sei que não estou só, por isso, resolvi escrever esse post e contar as minhas experiências!

shampoo-anti-caspa2

Shampoo Kérium – La roche-Posay 

 Eu sempre amei tudo da La roche e sempre foi minha primeira opção quando tinha que comprar algum cosmético. Mas eu tenho que admitir com muita dor no coração que o Kérium me decepcionou. Ele deixa os fios super soltos, tira bem a oleosidade, não resseca os cabelos, mas… não curou minha caspa. Ele existe em três versões, a de bandeirinha verde, laranja e vermelha (mais forte). Eu usei o verde, porque ele é para caspa oleosa, quando ela se prende nos fios.

Eu recomendo para quem tem fios oleosos, sem dermatite, mas para curar a caspa, pelo menos no meu caso, não adiantou. E eu usei todos os dias, durante 3 semanas, sem ver diferença alguma.

shampoo-anti-caspa-22

Shampoo Clear Men – Clear

Sabe aquele produto que você compra sem a menor fé, quando você tem que resolver um problema, tá sem grana e tem que encontrar uma solução barata? Foi assim que conheci o shampoo Clear. Eu optei pelo masculino, porque achei que a descrição da embalagem tinha mais a ver com o que eu procurava do que os rótulos dos femininos. Usei o Clear durante muito tempo (Papo de 1 ano) e funcionou super bem. Com o tempo, o Clear parou de funcionar pra mim e então, parei de usar um tempo e quando tentei novamente, tive certeza que tinha parado de funcionar pra mim. Não faço ideia porque, mas recomendo! Afinal de contas, durante 1 ano ele resolveu super meus problemas e ainda tem a vantagem de ter um preço super amigo.

shampoo-anti-caspa-3

Shampoo Dercos anti- pelliculaire anti- dandruff – Vichy.

Esse é o melhor shampoo que já usei para caspa! Melhor, melhor, nem sei o que dizer além disso. Ele tem a textura bem grossinha,  é amarelo, mas não tem cheiro forte. Ele também tira bem a oleosidade e não resseca os fios. No primeiro dia de uso, eu já percebi muita diferença e no quinto dia eu já não tinha mais casca aparente. Aí eu usei até terminar o frasco, e só voltei a ter caspa, 6 meses depois! Comprei de novo e novamente, em menos de 1 semana, estava sem caspa de novo. Ou seja, Dercos das Vichy melhor shampoo! Ele também tem várias cores e assim como o da La Roche, eu uso o verde.

Mas, vale lembrar que cada caso é um caso, né? Você pode se dar bem com algum que eu não curti e vice- versa. Se você está com um caso agudo e grave e já tentou muita coisa, recomendo procurar já um dermatologista (Eu pessoalmente recomendo a minha, Dra. Camila Petrilli, que atende na CD Clínica Dermatológica no Rio de Janeiro) E se você já experimentou outros produtos para caspa que funcionaram, compartilhem com a gente nos comentários!

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura-Nuta_2

 

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
5.700 views

30 de junho de 2015

Ter amor próprio e autoestima, significa não querer mudar nada em você?

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

mulher com autoestima

Durante toda a minha infância e adolescência, eu nunca fui feliz com o meu corpo. Outro dia, arrumando minha caixa de recordações, encontrei um diário meu de 1995 em que eu escrevi: “Amanhã começo a dieta para ser igual a todas as minhas amigas”. Aquilo me deu um aperto no coração. Em 1995, eu tinha apenas 10 anos, muito nova para me sentir tão diferente de meninas de 10 anos como eu, muito nova para achar que eu precisava mudar para me encaixar.

Sempre fui mais alta que minhas amigas, mais gorda e a única calçando 39. Quando olhava para elas, abria as revistas ou assistia TV, eu nunca me via ali. Cresci “sabendo” que beleza, não era um dos meus atributos, afinal, tudo que representava beleza, eu não me via representada lá. A primeira vez que comecei uma dieta eu tinha apenas 10 anos de idade e desde então, durante toda a minha infância e adolescência isso foi uma constante na minha vida. Dietas, tentativas de me exercitar, engorda, emagrece, toma remédio… enfim, contei sobre isso no post “Nem gorda, nem magra“.

Durante todo esse processo eu ganhei estrias, celulites, flacidez, flacidez nos seios, flacidez nos braços…. Cada dia mais e mais longe do que a mídia me dizia que era bonito. Eu não me achava digna de sair nas fotos com as amigas, não me sentia digna de ir para a piscina, de usar as roupas que eu gostava. Eu não me achava digna de dar mole para o garoto que eu achava gato, não me sentia digna de dançar em público, de colocar um biquini. Veja bem, eu não me sentia DIGNA, o que é totalmente diferente de não sentir vontade. Eu sentia vontade de fazer tudo isso, eu sofria e tinha criado pra mim a regra que eu “não podia” porque não estava dentro do padrão das pessoas que eu via na TV e nas revistas. Eram essas pessoas, da TV e das revistas que usavam biquini, que namoravam, que se exibiam. Portanto, eu deveria me esconder. Quando você acha que não é digna, que tem que se esconder, você passa a se odiar. Odiar o fato de estar presa àquele corpo que não pode viver plenamente.

Eu fui crescendo, mudando meus valores, minhas referências, fui me tornando feminista, descobrindo toda a podridão que cerca a mídia e a indústria cosmética, que se alimenta da baixa autoestima para vender e fui percebendo que éramos todas bonitas. Cada uma com sua particularidade, pontos fortes, mas que ninguém era perfeito, nem mesmo aquelas modelos da capa da VOGUE. Foi um processo até perceber que sim, eu era digna de ser feliz. Que ter celulites, estrias e flacidez era normal e que outras garotas também tinham e se não tinham, com certeza tinham algo que não gostavam nelas também.

Percebi que nada disso era motivo para tortura, para sofrimento. E que meu corpo, era meu e que eu nunca viveria dentro de nenhum outro. Eu não podia odiá-lo. E que a minha vida, era minha, e que eu não poderia deixar ela passar e não viver. Então, de pouquinho e pouquinho, fui mudando meu comportamento e me sentindo livre para aproveitar as coisas que sempre quis. Comecei a reparar e valorizar mais as coisas que eu gostava em mim. Meus cabelos, minha boca, minhas pernas, minha personalidade. E que eu não era só as coisas que eu considerava “defeitos”, como meus braços, meus seios ou meus pés. Autoestima pra mim é isso. É saber que você tem seu valor, sua beleza e principalmente que o amor próprio é essencial para ter uma existência  saudável.

Mas isso significa que eu não quero mudar nada em mim? Se amar é essa ideia radical de que se você se submeter a qualquer procedimento, ou dieta não é exemplo de autoestima? De amor próprio? Estou falando disso porque comecei a pensar sobre depois de sempre ver comentários do tipo: “Fulana não é exemplo de empoderamento, faz plásticas”, “sicrana não é exemplo de amor próprio, tá de dieta”. Mas pera aí. Eu amo incondicionalmente a minha mãe. Eu amo meu namorado, amo meus amigos. Mas se eu pudesse, mudaria várias coisas neles. Não esteticamente, o que quero dizer é que AMAR algo não significa achar que aquela coisa deve ser imutável.

Se amar, ter autoestima na minha opinião é saber que você é DIGNA. É saber que se você quiser mudar algo em você é porque VOCÊ deseja e não porque é o que a revista diz, ou porque seu namorado prefere você de cabelos compridos, ou sua mãe acha que você precisa de uma dieta. É ir malhar, não porque você odeia o seu corpo e quer mudá-lo, mas porque você o ama e sabe que se exercitar faz bem pra ele. Se amar, na minha opinião é saber que você até faria uma plástica nos seios, mas não significa que se você não fizer, não vai usar biquini ou ficar nua na frente do seu namorado, ou se olhar no espelho e se achar feia.

Eu quero mudar um monte de coisas em mim. Acho irreal e não humana a ideia de que um dia a gente possa estar 100% satisfeita com quem somos. Digo isso tanto fisicamente, quanto mentalmente, profissionalmente. A gente sempre tem o desejo de mudar algo, em algum campo, melhorar algo, aperfeiçoar. Isso é do ser humano, o que é maravilhoso! Afinal é por causa dessa insatisfação humana que evoluímos em tantos campos da tecnologia e ciência por exemplo.

aspas-autoestimaA Nuta de 10 anos queria mudar, a de hoje, também quer. A diferença é que a de hoje não quer para agradar ninguém, pra se encaixar em nenhum grupo, pra ser digna de nada. A Nuta de 10 anos de idade estava começando a se odiar, um sentimento que eu levei e alimentei durante muitos anos. A de hoje quer mudar porque se ama, porque acha que é digna. Hoje vejo que o corpo é meu e as regras são minhas, inclusive para mudanças. Hoje eu sei que vou me amar com as pessoas me classificando como gorda, como magra, como bonita, como feia… Vou viver do mesmo jeito, aproveitar a vida do mesmo jeito. Mas eu quero ser livre para me experimentar como EU quiser. E se eu quiser fazer dieta pra isso vou fazer, se eu quiser fazer plástica para isso vou fazer. E se eu não quiser, e sentir vontade de comer uma pizza inteira, eu vou comer e ninguém tem nada a ver com isso.

O que constrói uma mulher segura, com amor próprio não é o fato dela ter ou não plásticas, de ela fazer dieta ou não, dela fazer tratamento de celulites ou não. O que constrói uma mulher segura é o fato dela saber quem ela é e o que ELA quer. E continuar se amando, antes, durante e depois de qualquer processo. É saber que toda mudança que você deseja fazer, tem que ser fruto do amor próprio e não do ódio. Afinal, em qualquer peso, com qualquer pele, com qualquer cabelo, você é sempre, sempre digna.

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura-Nuta_2

Tags:

comentarios

  • Compartilhe:
787 views

29 de junho de 2015

A volta do clássico patins de 4 rodas e o modelo da Melissa o Roller Joy!

Por Nuta Vasconcellos / nuta@girlswithstyle.com.br

Ano passado eu contei para vocês sobre a minha sorte de ter sido escolhida para ser uma das meninas a participar do projeto Melissa Creatives, em que, junto com mais 19 garotas, desenvolveríamos a Melissa Rio, um modelo que seria a cara da nossa cidade e das nossas garotas, sem ser clichê. E foi assim que surgiram os modelos Creatives Wedge e Creatives Flat. Mas pensa só, vocês acham mesmo que um grupo de 20 garotas criativas, reunidas renderia só isso? No post do ano passado eu falei que vinha uma surpresa por aí!

patins-melissa

Pois é, durante uma das reuniões, surgiu o assunto de como seria legal se a Melissa tivesse um patins! Desses clássicos, “quatro rodas”, bem retrô. Pois é, você pode até já estar sabendo do lançamento do patins, mas a maioria das pessoas não sabe que a primeira faísca do patins da Melissa foi dada em solo carioca, em uma das reuniões das creatives aqui no Rio. A sugestão logo foi passada para o Edson Matsuo, diretor criativo da Melissa e claro, ele logo começou a criar.

Na festa de lançamento da Melissa Creatives, em setembro do ano passado, nós, as 20 meninas do projeto, pudemos ver o Melissa Roller Joy em primeira mão! A ideia era o patins ser inspirado no modelo da sandália Melissa One By One, aquela que é vendida por unidade, e dos 9 modelos, combinando preto, bege, listras e bolinhas, que você pode fazer até 81 combinações. E lá, o Edson pediu para gente votar como nós  achavamos mais legal: Cada pé com a mesma estampa, ou no esquema meio a meio. Claro que você já sabe em qual a gente votou: Metade do pé direito em estampa poá e a outra metade lisa na cor preta, enquanto o pé esquerdo brinca com o duo bege/preto liso, um lado de cada cor.

patins-melissa2

Mas nossa relação com o Roller Joy não acabou por aí! Fomos as primeiras a receber o modelo, com um bilhetinho que dizia que era “top secret” e que a gente ainda não podia mostrar para ninguém. IMAGINA como ficamos ansiosas pra postar pelo menos uma fotinho no instagram? Bom, nesse momento eu não dei tanta sorte. Corri para colocar o meu no pé e sair treinando (não sei andar, devo admitir), mas ele ficou apertado! Eles foram feitos nos tamanhos P(35/36), M(37/38) e G(39/40) E eu que calço 39, acabei recebendo o M. Sorte da Marie, que pode ficar usando o patins e tirando onda por aí. (Mas a Melissa garantiu que meu G está a caminho! =D). Por conta disso, não pude participar de outra ação muito legal envolvendo a Melissa e nós, as Creatives: O clipe da banda Wannabe Jalva (que já foi a banda do nosso Clube da música!) Mas o clipe ficou tão, tão lindo e as outras garotas mandaram tão bem que não tem como não ficar orgulhosa!

No dia 20/06/15, aconteceu na Galeria Melissa SP o lançamento oficial da Melissa Roller Joy. A fachada da Galeria recebeu uma pista de patinação incrível aberta para todo mundo passar o dia patinando. O lançamento do Roller Joy só confirma uma coisa: O patins clássico está de volta (me desculpa, in line!). E outras marcas como a FARM, por exemplo, também já confeccionaram seus modelos. O “quatro rodas” também está aparecendo em campanhas de moda e nos pés de várias garotas pelo instagram e tumblr.

O que muita gente não sabe é que o in line foi inventado antes do “quatro rodas”! Os primeiros patins foram criados por volta de 1760 e eram constituídos por uma única linha de rodas e assim foi até 1863, quando James Plimpton revolucionou o mundo dos patins inventando um patins com quatro rodas, dois pares lado a lado. Devido ao maior controle, este tipo de patim rapidamente dominou a indústria. Só em 1980, o in line virou hit novamente e assim o “quatro rodas” virou clássico. Mas ainda bem (sim, eu sou fã do “quatro rodas”!) isso mudou e as rodinhas lado a lado estão de volta.

O Roller Joy custa R$700 e você encontra na Loja Melissa!

Curtiu o post? Que tal dar uma forcinha e ajudar a gente a divulgar o GWS? Dá um like, compartilha, um tuite também vale! :)

Ah, e pra saber mais do nosso universo encantado, é só seguir a gente nas redes sociais:

Instagram // Twitter // Facebook // Tumblr // Newsletter do GWS

assinatura-Nuta_2

Tags:

comentarios

  • Compartilhe: